segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Não se engane com o frozen yogurt!

Gente, como sempre, meus temas favoritos para serem debatidos são os esclarecimentos.
Esses, lógico, são sob o meu ponto de vista profissional, isso não quer dizer que é uma verdade absoluta.
São as minhas observações que eu divido com vcs.

Hoje vou falar sobre o frozen yogurt, esse sorvetinho gostoso que tem pouca gordura e calorias.
Que delícia que é saborear essa gostosura nesses dias de calor... ainda mais sabendo que não faz tantos estragos na balança!
Mas é importante entendermos que a idéia única de que esse é um alimento saudável, não é real... (sinto muito desanima-los com verdades sobre comidinhas tão gostosas rss).

É claro que o sorvete de iogurte é uma opção mais leve do que muitos lanchinhos que encontramos nos shoppings (salgados fritos, tortas, doces), ou mesmo, menos calórico que um sorvete comum, cheinho de gordura.
Mas estamos falando de CALORIAS e não de SAÚDE.

O erro estar em comprarmos a idéia de que este é um alimento saudável e não é assim.
Saudável seria um sorvete que é feito da fruta in natura, (como por exemplo os da marca Mil Frutas que tem em shoppings no Rio e SP), melhor ainda se não for acrescido de açucar, só com o açucar natural da fruta, a frutose.

Tente descobrir o que há na mistura do frozen yogurt que você toma, quais são os ingredientes.
Se você conseguir descobrir isso, o que eu acho um tanto difícil, observe quantos ingredientes são "naturais".

Ele é feito a partir de um pó cheio de coisas artificiais.

E você que adora contar calorias pode pensar: que seja artificial, desde que não engorde!

Aí que você se engana. Grande parte das pessoas com dificuldade para perder peso, estão intoxicadas (no fígado, no sangue) com tantas substâncias artificiais que nosso corpo não reconhece.
São os famosos antes (acidulantes, espessantes, adoçantes...).
E essa intoxicação é que dificulta a queima de gordura e perda de peso, pois atrapalha o trabalho do fígado de fazer essa queima.
Falei sobre isso num artigo aqui chamado "A importancia do valor nutricional"(http://www.fernandascheer.com/2010/12/importancia-do-valor-nutricional.html).

Não estou falando para você deixar de comer esse sorvetinho que adora! Mas não coma achando que está se nutrindo, que está comendo um alimento saudável.
Coma sabendo que é uma gostosura com baixas calorias, e que não deve ser consumido sem limites.

Quanto mais consciência você adquire sobre a sua alimentação, maiores as chances de você fazer boas escolhas e ter um corpo saudável.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Má alimentação pode causar depressão, diz estudo

Fast-food é principal fonte de gorduras nocivas ao corpo.
Pesquisa foi divulgada no jornal de livre acesso 'PLoS ONE'.
Da France Presse para G1

Ingerir alimentos ricos em gorduras trans e saturadas aumenta os riscos de depressão, segundo um estudo espanhol publicado nos Estados Unidos, confirmando os resultados de estudos anteriores que vinculavam o consumo de fast-food a esta doença. Os cientistas que participaram do estudo também demonstraram que alguns produtos, como o óleo de oliva, ricos em ácidos graxos ômega 3, podem combater o risco de doença mental.
Nove em cada dez norte-americanos acredita comer de forma saudável
Autores do amplo estudo, realizado pelas universidades de Navarra e Las Palmas de Gran Canaria, acompanharam e analisaram a dieta e o estilo de vida de cerca de 12 mil voluntários ao longo de seis anos.
Quando o estudo começou, nenhum dos participantes havia sido diagnosticado com depressão. Ao final, 657 tinham desenvolvido a doença.
"Os participantes com um consumo elevado de gorduras trans [gorduras presentes em alimentos industrializados e fast-foods] apresentaram até 48% de aumento no risco de depressão quando comparados com participantes que não consumiam estas gorduras", disse o chefe das pesquisas.
Almudena Sanchez-Villegas, professor associado de medicina preventiva da Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, também observou que no evento "quantas mais gorduras trans eram consumidas, maiores os efeitos negativos produzidos nos voluntários".
A equipe de pesquisas descobriu, ao mesmo tempo, que depois de avaliar o impacto de gorduras poli-insaturadas - compostas de quantidades maiores de óleos de peixes e vegetais - , estes produtos "são associados a um risco menor de sofrer depressão".
O estudo, publicado na edição online do jornal "PLoS ONE", destacou que a pesquisa foi realizada com uma população europeia que tem uma ingestão relativamente baixa de gorduras trans - compondo apenas 0,4% "do total de energia ingerida pelos voluntários".
"Apesar disso, observamos um aumento no risco de sofrer de depressão de cerca de 50%", disse o cientista Miguel Martinez.

"Com base nisto, deduzimos a importância de levar em conta este efeito em países como os Estados Unidos, onde o percentual de energia derivada destas gorduras é por volta de 2,5%", acrescentou.
O estudo indicou que o número atual de pessoas com depressão no mundo é de 150 milhões de pessoas. O montante aumentou nos últimos anos.
Este aumento é imputável, segundo os autores, "a mudanças radicais nas fontes de gorduras consumidas em dietas ocidentais, onde substituímos certos tipos de gorduras benéficas - como as poli-insaturadas e as monosaturadas encontradas em nozes, óleos vegetais e peixes - pelas gorduras saturadas e trans encontradas em carnes, na manteiga e em outros produtos, como massas de produção industrial e comida rápida".
Embora não seja um foco do estudo, os cientistas indicam que a doença cardiovascular fatal é "influenciada de forma similar pela dieta e pode partilhar de mecanismos similares em sua origem".

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Será que a comida japonesa é light mesmo? Veja os prós e contras.



Transcrevo este artigo em que eu e minhas queridas companheiras de trabalho participamos, escrito pelo jornalista Vladimir Maluf para o portal ig.

Se você é daqueles fãs de comida japonesa, que sentam em um rodízio e acham que lá o pecado é menor, cuidado. Como em qualquer restaurante, as escolhas erradas podem deixar seu prato muito calórico e nada saudável. Porém, essa culinária oferece muitos benefícios, se você souber aproveitar seus pontos positivos, de acordo com a nutróloga Vania Assaly, membro da Associação Brasileira de Nutrologia.

O peixe é fonte de uma proteína magra e é rico em uma gordura saudável (Ômega 3). Outro ponto positivo dessa culinária é o uso de temperos com ações bactericidas e digestivas, como o gengibre e a raiz forte, diz Vânia que faz outros elogios. O arroz não é refogado com nenhum tipo de gordura, porém, não se pode esquecer que ele é rico em amido. E há, também, muitas preparações com vegetais e cogumelos excelentes para potencializar a imunidade, defende a nutróloga.

Porém, isso não significa que o consumo esteja liberado. A nutricionista Fernanda Scheer explica que a culinária japonesa pode não ser uma opção saudável se consumida em excesso ou se as escolhas não forem bem equilibradas. E aponta alguns itens que, em excesso, não são nada inofensivos.

Além da possibilidade de consumo exagerado do arroz, que é utilizado no sushi, o shoyo é rico em sódio, que causa retenção de líquidos. Esse molho pode ainda conter uma substância chamada glutamato monossódico, que é tóxica ao organismo se consumida em exagero. Há, também, as preparações gordurosas com cremes e frituras que devem ser evitadas.

A também nutricionista Mariana Fontana pede atenção ao consumo dessas receitas. Como tempurá, guioza, suhis fritos ou com cream cheese, que são mais gordurosos. Cuidado, também, com preparações como o yakissoba, que leva maisena e gordura no preparo do molho, esclarece ela que aconselha a fugir dos rodízios. O peixe é um alimento saudável, mas, em excesso, vai engordar.

Outro mito muito usado como desculpa para se esbaldar da comida oriental é dizer que os japoneses são mais saudáveis. De acordo com a nutricionista Manoela Figuiredo, não necessariamente. A diferenças étnicas e a genética devem ser consideradas. Não são somente fatores alimentares que influenciam no peso ou na saúde de cada indivíduo, afirma a especialista.

Para comer, sem errar
1.
Sirva-se devagar, para que o corpo tenha tempo de perceber que está satisfeito;

2. Escolha as preparações com broto de feijão (de preferência crus), Tepan Yak (peixe grelhado com vegetais) e Robatas (espetinhos de peixe, vegetais ou cogumelos), que acrescentam fibras, vitaminas e minerais à refeição;

3. Procure organizar o seu prato com diferentes escolhas e que se complementem: sashimis, sushis e vegetais. Mas não exagere em nenhum;

4. Evite utilizar shoyo em excesso e as receitas que já vêm cheia dele;

5. Aproveite para comer gengibre – um alimento com ação digestiva e bactericida – e raiz forte – um tempero com sabor acentuado que previne cáries;

6. Shitake e shimeji são excelentes para a saúde, mas peça que sejam preparados com pouca manteiga;

7. Inicie a refeição com um missoshiro (sopa de soja) que, além de ajudar na satisfação, é saudável;

8. escolha os peixes mais gordos, como o atum e o salmão, que são excelentes fontes de Ômega 3, um nutriente muito carente na nossa alimentação e que combate a depressão, má circulação, sobrepeso e doenças cardiovasculares;

9. Nenhum extremo é saudável. Muitas vezes achamos que alimentos classificados como saudáveis podem ser consumidos à vontade. Isso não é verdade;

10. Procure restaurantes confiáveis, pois um prato mal preparado pode esconder bactérias perigosas.

*As dicas são da médica Vania Assaly, membro da Associação Brasileira de Nutrologia, e das
das nutricionistas Fernanda Scheer, Mariana Fontana e Manoela Figuiredo.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Refeição ou lanche: o que é melhor na hora do jantar?

Acho que essa é uma dúvida que muitos tem, principalmente quando se pensa em perda de peso.
Escuto de muitos pacientes a seguinte frase: "lá em casa nós não jantamos. fazemos apenas um lanche que é muito mais leve!".
Minha pergunta é: quem falou que é mais leve?

Embora um lanche bem montado possa ser uma refeição equilibrada, acreditar que essa substituição é mais saudável pode ser um ledo engano.
Vamos analisar cada componente do sanduiche e refeição (considerando escolhas saudáveis em cada um deles):

1. carboidrato: pão integral/ sírio X arroz, macarrão integral/ quinua
   - meu voto vai para o arroz, macarrão ou quinua que são mais nutritivos e tem menos conservantes que o pão. além desse ter grupo ter mais opções de variedade, assim a refeição nao fica repetitiva em pão, pão, pão...

2. proteína: embutido como peru, presunto ou um queijo X frango ou peixe grelhados (exclua a carne vermelha do seu jantar!!!)
    - frango e peixe ganham disparados! proteína mais natural, mais magra e saudável que os embutidos.

3. gordura: manteiga/ margarina/ requeijão X azeite de oliva
   - o azeite é um milhão de vezes melhor para a saúde do que as outras opções, todos sabemos.

4. vegetais: 1 ou 2 folhinhas de alface + 1 rodela de tomate X um prato de salada crua e/ou vegetais cozidos
   - o sanduiche impossibilita um consumo adequado de vegetais simplesmente porque não cabe uma quantidade legal dentro do sanduiche. e é raro alguém que coma um sanduiche com uma salada à parte.

Se olharmos bem uma refeição é uma opção bem mais equilibrada e mais leve do que o sanduiche.
Isso não nos impossibilita de troca-la por um sanduichinho de vez em quando... mas a refeição ainda nos nutre mais.
A única vantagem do sanduiche é o controle da quantidade consumida, você come um e pronto, enquanto que na refeição você corre o risco de repetir e exagerar na dose.
Mas o ideal é ter o controle.

Como opção de um jantar que não pese, sugiro uma sopa de legumes sem muito sal, que é leve e de fácil digestão.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Será que o leite é mesmo uma boa fonte de cálcio?


Finalmente um número grande de estudos vem comprovando o que os médicos e nutricionistas que estudam mais afundo digestão, absorção e alergias alimentares há muito tempo já sabem: o leite de vaca pode ser gostoso e ser uma boa fonte de proteína, mas não pode ser considerado uma boa fonte de cálcio.
Todos sabemos do papel importante que o cálcio tem para os nossos ossos e dentes, mas, além disso, esse minreal têm também se mostrado um importante coadjuvante na perda de peso.
A mídia em muito contribui para fortalecer a idéia de que o consumo diário de leite é essencial para a saúde óssea, e enaltece que consumir muito leite e derivados é saudável para crianças.
Assim, o consumo de laticínios no país é exagerado, atrás de um objetivo que não é real.
Como falei, leite de vaca e derivados são sim boas fontes de proteína, mas os benefícios acabam por aí.
Por ser um grupo de origem animal, traz consigo presença da gordura saturada, que se consumida em excesso pode levar ao aumento de peso entre outros problemas de saúde. 
O processo de pasteurização do leite faz com que ele perca a maioria de suas vitaminas.
O de caixinha então nem se fala- o processo para embala-lo chamada-se UHT- Ultra High Temperature - processo industrial que acaba mata as bactérias, mas também com o valor nutricional do alimento.
Além disso tudo, apesar de o leite de vaca e derivados possuirem, na tabela nutricional, valores altos de cálcio, sabe-se (ou melhor, nem todos sabem) que esse leite não é bem biodisponível para o corpo. Isso quer dizer que apesar de teoricamente ser rico em cálcio, esse mineral é pouco absorvido e aproveitado pelo corpo, diferentemente por exemplo do aproveitamento de cálcio de alimentos vegetais como vegetais verde escuros. Dessa forma, mesmo que os vegetais tenham um número mais baixo de cálcio em tabela, na realidade tem uma absoção melhor.
O que importa de verdade, o que a tabela aponta ou o que o seu corpo utiliza?
Sempre digo a todos meus paciente: você não é só o que você come, e sim o que digere, absorve, transporta e excreta.
Se alguém ainda afirma que o leite é uma boa fonte de cálcio, pode ter certeza que essa pessoa está desatualizada.
Sugiro você contribuir para sua atualização com os estudos abaixo:
Uma análise realizada em 58 estudos científicos, publicada no periódico americano Pediatrics, mostra que não há indícios que provem que os produtos lácteos promovam a saúde óssea em crianças e jovens adultos. Esta análise mostra que as evidências nas quais as recomendações de ingestão de produtos lácteos foram baseadas são insuficientes para comprovar tal teoria “, diz Dr. Lanou, autora principal do estudo. “Uma vasta maioria dos estudos examinados não encontrou relação entre laticínios ou ingestão de cálcio e  saúde óssea.” Ao contrário, acredita-se que a principal causa de osteoporose seria o consumo excessivo de proteína animal, comum na dieta ocidental. O nível de consumo de lácteos nos Estados Unidos está entre os mais altos do mundo, e ainda assim as taxas de osteoporose e fraturas também estão entre as mais elevadas. Este paradoxo do cálcio “foi um impulso para esta investigação. Nós não encontramos nenhuma evidência para apoiar a noção de que o leite é uma fonte preferencial de cálcio”, concluem os autores.
Um outro estudo realizado pela escola de medicina da Penn State University, nos Estados Unidos, também mostra resultados semelhantes. 80 mulheres, entre 12 e 22 anos, foram acompanhadas ao longo de 10 anos para avaliar o impacto da ingestão de cálcio (através do consumo de leite de vaca), o uso de contraceptivos orais e exercícios físicos na densidade óssea.  De acordo com os pesquisadores, somente a atividade física teve um impacto mais positivo na saúde óssea.

Isso sem contar mais 3 fatores:
- o leite é rico em proteína animal, o que por si só, diminui a absorção de cálcio pelo corpo;
- o leite é muito pobre em magnésio, um mineral essencial para a absorção de cálcio pelo corpo (e os vegetais verde escuros tem um ótimo balanço cálcio - magnésio);
- o leite possui uma proteína (caseína) e carboidrato (lactose) de dificil digestão para o nosso corpo (vc com certeza conheçe alguém intolerante à lactose) - mais isso é assunto para um outro artigo sobre alergia alimentar, que escreverei com mais calma num outro dia.

O que realmente funciona para aumentar a absorção de cálcio pelo corpo:

Aividade física regular;
Exposição solar (em horários adequados por pelo menos 15 minutos);
Diminuição do consumo de proteína animal;
Fumo.

Hoje em dia tem muitas opções de substitutos para o leite de vaca: de soja, de aveia, de arroz, de amêndoas...
Para terminar, acho importante dizer que nem todas as pessoas tem alergia ou intolerância ao leite e que também não sou contra o consumo de leite de vez em quando, pois sabemos que uma xícara de café com leite tem o seu valor. 
O que sou contra é o consumo desenfreado de laticínios por toda população e o incentivo para crianças e gestantes ainda por cima, numa crença que está errada, como se esse grupo fosse realmente uma fonte boa de cálcio.
Esse consumo exagerado pode gerar mais malefícios do que benefícios, e é importante divulgar essa informação.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Margarina ou manteiga, qual é melhor afinal?


Gosto muitissimo de escrever sobre temas que as pessoas realmente ainda tem dúvidas.
Essa semana atendi uma amiga/ paciente que me trouxe essa questão. Ela disse que na casa dela só entra maragarina light, daquelas marcas mais caras e "saudáveis".
Vamos pensar um pouquinho sobre isso, as vantagens e desvantagens de cada uma e tirar nossas próprias conclusões.

A manteiga possui altos níveis de colesterol e de gorduras saturadas, pois é feita a partir da gordura do leite.  Já a margarina é obtida por meio da hidrogenação parcial de óleos vegetais - ricos em gorduras insaturadas- que é fonte de gordura trans. 
Com as recentes descobertas sobre os malefícios da gordura trans para saúde, a industria modificou a composição da margarina adicionando gorduras interesterificadas.
São bem menos estudadas do que as gorduras trans, então sabe-se pouco sobre elas.
Estudos mostram que esse tipo de gordura pode aumentar os níveis de glicose no sangue favorecendo o desenvolvimento de um diabetes, por exemplo. (http://www.nutritionandmetabolism.com/content/4/1/3).
Alguns estudos evidenciam que:
-Comer margarina ao inves de manteiga aumenta em ate 53% o risco de desenvolver doencas coronarianas principalmente em mulheres;
- A margarina triplica o risco de doencas coronarianas e aumenta em ate cinco vezes o risco de cancer
- A margarina, aumenta o colesterol total, diminui o HDL ("bom" colesterol) e aumenta o LDL (colesterol "ruim")
Além disso:
- A manteiga, principalmente aquelas naturais, conhecidas como "manteigas da terra" tem acao anti-fungica e, ao contrario do que se pensa, nao aumenta o colesterol!
- A manteiga eh naturalmente rica em omega-6 (um tipo de gordura essencial ao nosso corpo)
- A manteiga aumenta a absorcao de alguns nutrientes presentes em outros alimentos como, por exemplo, vitaminas A, D, E e K, além de ser tambem fonte natural de algumas dessas vitaminas, enquanto que as vitaminas presentes na margarina são adicionadas industrialmente (eca).
Leia esse texto assustador: (http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/08/margarina-um-veneno-para-sade.html)

A margarina foi criada no século XIX como um substituto mais barato (e mais saudável) que a manteiga. Sua origem é do reino animal - uma mistura comprimida de sebo de vaca, leite desnatado, partes menos nobres do porco e da vaca e bicarbonato de sódio.

Seu processo atual inclui o uso de solventes de petróleo (geralmente o hexano, bem barato), ácido fosfórico, soda, resultando numa substância marrom e malcheirosa, que sofre novo tratamento com ácidos clorídrico ou sulfúrico, altas temperaturas e catalisação com níquel, que deixa o
produto parcialmente hidrogenado. Isso resulta em um produto com longo prazo de conservação, textura firme mesmo em temperatura ambiente, que não rancifica, não pega fungos nem é atacado por insetos ou roedores. Enfim, é um não-alimento.

O processo todo acaba por formar uma substância rica em um tipo particular de gordura chamado "trans", insólita na natureza e de efeitos nocivos ao homem. Além disso, o principal predicado da margarina é ser rica em óleos poliinsaturados, que contribuem para um grande número de doenças.

O Estado de São Paulo já noticiou, em 14/11/99, que a gordura da margarina causaria mais danos à
saúde que a gordura saturada (segundo o FDA, órgão americano de fiscalização de alimentos e remédios). Em uma revista Exame, também de 99, saiu um artigo um pouco mais extenso e grave alertando sobre os perigos desse produto e falando das implicações que as poderosas multinacionais americanas estavam sofrendo no próprio país por colocar no mercado produtos comparáveis ao cigarro em termos de periculosidade (mas que gera mais de 8 bilhões de dólares). Curioso é que a repercussão no Brasil é escassa.

A margarina pode estar relacionada a disfunções imunológicas, danos em fígado, pulmão e órgãos reprodutivos, a distúrbios digestivos, diminuição na capacidade de aprendizado e crescimento, problemas de peso, aumento no risco de câncer e, principalmente, a transtornos do metabolismo do colesterol, incremento de aterosclerose e doenças cardíacas. Ou seja, a margarina promove o que ela se propõe a tratar.

A manteiga, por sua vez, é saudável, acompanha a humanidade há dezenas de séculos, pode ser feita artesanalmente no ambiente familiar e só foi considerada nociva e politicamente incorreta após a Revolução Industrial, que conseguiu deformar nosso entendimento de saúde e bom senso.

Para terminar deem só uma olhadinha nos ingredientes presentes na margarina:

Óleos vegetais líquidos e interesterificados, água, sal, leitelho (soro de manteiga) reconstituído e pasteurizado, vitamina A, estabilizantes lecitina de soja, mono e diglicerídeos de ácidos graxos e ésteres de poliglicerol de ácidos graxos, antioxidante EDTA, acidulante ácido cítrico, conservadores benzoato de potássio e sorbato de potássio, corantes urucum e cúrcuma e aromatizante. Aromatizado artificialmente. Não Contém Glúten.


O que existe de alimento nisso?????
PENSEM!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Xarope de agave: docinho e saudável


Você já ouviu falar no xarope de agave?

É um substituto do açúcar, 100% natural, com uma textura mais suave que o mel.

É um alimento orgânico, de poder adoçante maior que o açúcar, e de baixo índice glicêmico (se transforma em glicose de maneira mais lenta) o que permite sua utilização por diabéticos controlados (sem exageiros).

É uma boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio, allém de não conter glúten, lactose e ser de origem vegetal.

Tem 3,34 calorias por grama, é 3 vezes mais doce que o açúcar comum.

De onde vem?

O Agave é uma planta suculenta, originaria do México. Da variedade Azul é produzido o extrato ou xarope de Agave. A produção ocorre através de quebra, filtragens, homogeneização e evaporação da planta.
Vantagens

As vantagens da utilização do extrato de Agave quando usado no lugar do açúcar são seu efeito coadjuvante no emagrecimento, já que tem menos calorias e menor indice glicemico, o que permite ser usado em quantidades moderadas por diabéticos.

Como usar?
 
Na culinária, pode ser usado no dia a dia para adoçar cafés, chás, sucos, assim como sobremesas, waffles, pães, panquecas, bolos e muito mais.

Para adoçar 250ml de suco substitua 1 colher de sopa de açúcar (15g) por 1 colher de sobremesa de Extrato de Agave (10g).
Potencializador de sabor - realça o sabor de outros ingredientes como frutas e sucos; Amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de Extrato de Agave.

O Extrato de Agave é menos viscoso e dissolve mais facilmente que o mel ou o melado e não açucara.
Vale a pena provar!
É uma ótima dica para quem tem aquela vontade louca de um docinho a noite, já que tem um índice glicemico mais baixo que açúcar, além se der mais saudável, é uma opção melhor.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Celulite e nutrição funcional

Celulite e nutrição funcional

A celulite, entre todas as preocupações estéticas, é considerada o vilão número 1 da beleza da mulher. Só que mais que um problema estético, os furinhos apontam que algo no organismo não vai bem.
O principal erro das mulheres é tratá-la como uma doença que precisa de apenas um remédio para sumir, porque não é assim que funciona. Para eliminar o aspecto casca de laranja e os males estéticos e psicológicos que ela traz, é preciso entender que é o conjunto de fatores que fará a diferença, e não um fator isolado.
Usar um creme anti-celulite, viver fazendo drenagem linfática, e não cuidar da qualidade da alimentação pode amenizar os furinhos, mas não vai acabar com eles. Para acelerar o processo e manter a celulite longe da sua pele, o ideal é investir no que vai realmente solucionar e não apenas tapear o problema: uma alimentação balanceada e atividade física com frequencia.

Alimentação x Celulite
A celulite aparece onde há acúmulo de gordura e má circulação sanguínea, o que provoca uma fraca oxigenação das células. Por isso, é preciso tomar cuidado com o sal, já que o excesso deste mineral prejudica a eliminação de toxinas, provocando retenção de líquidos e inchaço. Alimentos muito salgados como embutidos também devem ser evitados.
E o que não pode faltar? Água! Já que o princípio da formação da celulite é o inchaço, o líquido tem extrema importância para limpar o organismo e mantê-lo hidratado. Com oito copos comuns de 250 ml de água por dia, você consegue ingerir dois litros de água e ajuda seu corpo a funcionar melhor em todos os aspectos. Lembre-se de tomar 1 copo de água a cada 2 horas.
Mantenha seu metabolismo acelerado fazendo com que o estoque de gordura e, conseqüentemente, o aparecimento da celulite sejam menores. Para isso, invista em carboidratos com fibras integrais e coloque de vez as verduras, frutas e legumes na sua alimentação diária. Evite o consumo de açúcar, alimentos refinados e industrializados em geral, preferindo sempre os alimentos naturais e caseiros. Aumente o consumo de carnes magras, que ajudam na formação dos músculos, e não se esqueça de o organismo precisa estar em equilíbrio para funcionar bem: faça exercícios físicos para queimar gordura e ganhar mais massa magra.

ALIMENTOS ESPECÍFICOS:
Alguns alimentos específicos também ajudam no tratamento da celulite, entre eles estão:


ALIMENTO
FUNÇÃO
Aveia
Rica em silício, ajuda a reorganizar as fibras de sustentação da pele e prevenir a formação da celulite
Couve
É desintoxicante, promovendo maior eliminação das toxinas
Linhaça
È rica em ômega 3, nutriente que melhora a circulação sanguínea e é anti-inflamatório



Se você cuida a alimentação, faz exercícios regularmente e não falta às sessões com a esteticista, pode estar com algum desequilíbrio hormonal. Nesse caso vale a pena procurar uma nutricionista ou um médico para uma investigação mais profunda.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Açúcar, o grande vilão



Um dos grandes vilões da alimentação moderna é o consumo de açúcar, hoje, distribuído em vários artigos de mercado como doces, balas, refrigerantes, pães, sucos, biscoitos, massas, etc...

Isto tem elevado a incidência de doenças como DIABETES, OBESIDADE, CARIE DENTAL, HIPOGLICEMIA, DISTURBIOS GASTRINTESTINAIS E MENTAIS, através de uma degradação silenciosa e lenta do organismo desde a infância.
Todo o carboidrato de que necessitamos naturalmente está presente nos alimentos como frutas e hortaliças (glicose, frutose), os grãos (que possuem o amido).

O conceito de que "preciso de energia" por isto vou consumir açúcar é errado!
O açúcar branco presente em balas, sucos, chicletes, refrigerantes, pães, biscoitos, doces em geral é a sacarose concentrada, extraída da cana de açúcar ou da beterraba que ao invés de nutrir carrega nossas vitaminas e minerais do corpo, uma vez que estes são essenciais para o metabolismo do próprio açúcar.

Eu "preciso de um doce" significa muito mais falta de bons nutrientes do que realmente a necessidade deste tipo de carboidrato.

O que pode causar o excesso de açúcar?

- Suga nossas vitaminas do complexo B e minerais como o cálcio (Sim! Excesso de açúcar rouba o cálcio dos ossos!) pelas exigências impostas para sua digestão e metabolismo;
- Exige aumento da acidez gástrica sendo relacionada com úlcera gástrica;
- O excesso de açúcar predispõe a diabetes e ao aumento da gordura no sangue;
- Afeta cada órgão, pois o excesso de açúcar é armazenado em forma de gordura, predispondo à obesidade, e a depósitos de gordura no fígado, coração e rins;
- No intestino destrói as bactérias benéficas aumentando a população dos parasitas intestinais, especialmente Cândida Albicans (para erradicar a Cândida só parando de comer açúcar e reduzindo os carboidratos refinados como a farinha de trigo);
Por isto.... REDUZA O CONSUMO DE AÇUCAR! Vamos nutrir o organismo...

É mais fácil ter força de vontade quando estamos bem nutridos!
Para tanto consuma frutas ao longo do dia todo (cada 2 a 3 horas), variadas e coloridas, aumente o consumo de alimentos integrais e grãos, como também cereais integrais (como Quinua Real, Farelo de Arroz, Aveia em flocos, Granola sem açúcar...dentre outros).
Com boa Nutrição fica mais fácil resistir às tentações!!!
Mude seus hábitos!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Alimentação para um bom bronzeado

         Você é do tipo que não pode ver o sol brilhando que já tem que correr para a praia? É louca por uma marquinha de biquíni e pele dourada? Compra os bronzeadores mais potentes e fica horas torrando no sol?
Hoje em dia todos sabemos dos perigos do efeito do sol sem proteção sobre a pele, mas você sabia que alguns alimentos podem ajudar a deixar a pele mais bronzeada e a manter uma cor saudável por mais tempo?
Alimentos amarelados como a cenoura são conhecidamente ricos em betacaroteno, um antioxidante que é transformado em vitamina A em nosso organismo e promove a recuperação da pele que foi agredida pelo sol. Além disso, esse nutriente auxilia na formação de melanina, um pigmento presente na pele capaz de protegê-la e promover o bronzeamento.
Mas deve-se ter cuidado. Quando consumido em excesso, o beta-caroteno pode ser armazenado na pele, conferindo um tom amarelo-alaranjado nas palmas da mão e na pele. Por isso, o ideal é consumir apenas o necessário desses alimentos.
Ótimas fontes de betacaroteno são: cenoura, abóbora, mamão, melão e a batata doce. Alimentos que apresentam quantidades menores: vegetais folhosos como couve, repolho, espinafre, agrião e brócolis. O ideal é um consumo de duas ou três porções diárias desses alimentos.
Apesar do envolvimento do betacaroteno no bronzeamento, é importante lembrar que existe uma interação importante entre os diversos tipos de nutrientes presentes nos alimentos, e por isso uma alimentação colorida, variada e rica em frutas e verduras deve ser estimulada. A grande oferta desses alimentos no verão permite um fornecimento adequado de vitaminas e minerais, o que auxilia no bronzeado e na saúde.
Outro grupo alimentar o qual deve-se ficar atento é o grupo das gorduras saudáveis, responsáveis por manter uma boa hidratação da pele, já que horas de exposição ao sol podem deixá-la seca e descamosa. As gorduras saudáveis são as insaturadas: mono e poliinsaturadas, e são encontradas em alimentos como azeite de oliva, castanhas, peixes de água fria, abacate, açaí e sementes.
Ainda, é importante seguir todas as recomendações dos dermatologistas com relação ao uso de protetor solar e os melhores horários para se expor ao sol. Assim, um bronzeado saudável e duradouro não dependerá exclusivamente dos dias de praia.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Encha seu prato de saúde

Nada melhor do que se render aos riquíssimos frutos da natureza para encher o prato e a vida de saúde. Soja, cenoura, mel e gengibre: saiba mais sobre esses coringas, que são verdadeiros amigos da dieta e do bem-estar. E abuse deles no cardápio!




SOJA: companheira fiel

Seja em forma de carne, leite, queijo, grão ou outro estilo de sua imensa gama de variedades, a soja é o braço direito de muitos vegetarianos. Isso porque ela é capaz de repor a maior parte das proteínas que deixam de ser ingeridas na carne. Mas até quem come carne já aderiu à soja. E estamos bem abastecidos por aqui: depois dos Estados Unidos, o Brasil é o país que mais produz esse legume no mundo.

CENOURA: parceira da beleza

Ela é rica em betacaroteno, um antioxidante que ajuda a prevenir o envelhecimento precoce e reforça o sistema imunológico. E quanto mais laranja a cenoura for, maior é a quantidade de nutrientes que possui, inclusive na casca, onde se concentra grande parte de suas vitaminas. Dica: com gengibre, rende uma deliciosa sopa.

MEL: um doce aliado

Anote essa ideia supersaudável: no lugar do açúcar refinado, use mel. Você pode substituir cada parte de açúcar por meia de mel. Além de repleto de vitaminas e minerais sempre bem-vindos na dieta, ele tem propriedades antisépticas e cicatrizantes. É também adstringente e suavizante, o que o torna um grande aliado da pele bonita.

GENGIBRE: gostinho do Oriente

Além servir de tempero para uma diversidade imensa de pratos e de render um poderoso chá, ele é comumente utilizado no Oriente para fazer doces deliciosos. E o gengibre, ainda por cima, tem várias propriedades terapêuticas: é estimulante, ajuda na digestão, acaba com resfriados e com vários tipos de dor.

Fonte: http://www.triada.com.br/dieta/cardapios-light/aq171-195-849-1-encha-seu-prato-de-saude.html

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

É fome ou ansiedade?

Você é guiado pelo estômago ou pelos sentimentos? Aprenda a reconhecer a diferença entre a fome física e a fome emocional e aumente suas chances de emagrecer definitivamente

 

 
Nada melhor do que começar com um exemplo prático. Então, vamos pensar em uma pessoa: a Carol. Em um sábado à noite, Carol não tem nada para fazer. Entediada, aceita o convite de seus pais para ir a uma pizzaria. Durante o jantar, ela come bastante, bebe refrigerante e, claro, não dispensa a sobremesa (uma torta de chocolate que estava di-vi-na!).

A noite em família é muito agradável, mas, já no caminho de volta para casa, Carol se sente sozinha. Recentemente, ela terminou um namoro que lhe custou muitas amizades. Agora, sem namorado nem amigos, sua vida parece estar desabando.

Ao chegar em casa, sua primeira atitude é vasculhar a geladeira, procurando algum doce para completar a sobremesa. Em seguida, Carol decide assistir a um filme - uma comédia romântica! -  para acalmar os ânimos. Bastam dez minutos em frente à televisão para ela ter a melhor ideia do dia: preparar uma pipoca, afinal, nada combina mais com um bom filme! O problema é que, ao terminar a guloseima, com muita manteiga e sal, sua boca fica seca e ele sente uma enorme sede.

Novamente, Carol paralisa o filme e vai para a cozinha, dessa vez, para beber um refrigerante geladinho. Antes de voltar para a sala, ataca mais um pedacinho chocolate, só para deixar um gosto doce na boca. Quando o filme acaba e chega a madrugada, a solitária garota decide dormir, com um terrível sentimento de culpa por ter comido tanto.

Será possível que, em apenas uma noite, Carol tenha sentido fome tantas vezes? A verdade, dizem os médicos, depende do ponto de vista. Sua fome física certamente foi saciada no jantar. No entanto, sua fome emocional ressurgiu sim, muitas e muitas vezes.

A fome física e a fome emocional
Então quer dizer que existem dois tipos de fomes? Exatamente. A fome física, ou de estômago, é a necessidade de comer para sobreviver, para repor as energias perdidas no dia a dia. Já a fome emocional é mais complexa, proveniente de vários fatores psicológicos. E é justamente ela que faz tanto mal.

“A fome emocional é aquela nos faz comer mais e mais, apesar de já estarmos satisfeitos. É ela que nos faz engordar”, explica a psicoterapeuta Rejane Sbrissa. Também conhecida como fome psicológica, ela é, na prática, qualquer tentativa de compensar solidão, estresse, ansiedade, sentimento de culpa ou de vazio e outros sentimentos através da comida. Em outras palavras, podemos dizer que essa é a fome que Carol não conseguiu saciar.

Compulsão por comida
O comer compulsivo consiste na ingestão exagerada de alimentos, mesmo quando não são necessários. Essa compulsão vem, geralmente, acompanhada de uma sensação de falta de controle sobre seus hábitos alimentares, além de sentimentos de culpa e vergonha.

“Quase todas as pessoas com esse transtorno são obesas e apresentam história de variação de peso. Além disso, são propensas a vários problemas médicos graves associados à obesidade, como o aumento do colesterol, hipertensão arterial e diabetes” analisa a doutora Rejane.

Além desses problemas, a fome emocional afeta a autoconfiança e a auto-estima, pois ela se torna um ciclo vicioso. Quanto maiores as dificuldades na vida, mais a pessoa usa a comida como ponto de fuga e, a partir disso, as dificuldades aumentam. Assim, trilha-se um caminho muito perigoso e, às vezes, sem volta.

Combatendo esse mal
“Para deixar de ser um compulsivo, é preciso agir como uma pessoa que se alimenta de maneira normal e colocar a comida em seu devido lugar”, afirma a psicoterapeuta consultada. Ela é especializada em terapia para tratamento de obesidade e idealizadora do site www.pensemagro.com.br, no qual, baseada em sua própria experiência, ela ajuda a combater a obsessão por comida.

Segundo Rejane, a melhor maneira de acabar com a fome emocional é conseguir diferenciá-la da fome física. Quando a fome emocional aparecer, diga a si mesmo que se trata apenas de um impulso passageiro e resista à tentação. Já quando a fome física se apresentar, esqueça das dietas: “coma os alimentos que você gosta sem se preocupar, mas somente até ficar satisfeito. Tentar se controlar quando o corpo realmente pede alimentos pode acabar provocando crises de compulsão alimentar no futuro”. Melhor respeitar seu organismo.

Nem sempre é fácil vencer a luta contra a fome psicológica, por isso, não se recrimine nem se culpe se, em algum momento, você comer por emoção. O importante é perceber que isso ocorreu e usar esse momento para aumentar seus esforços em não repetir a dose.

Para completar, a especialista dá uma boa notícia: “Toda vez que você se alimenta apenas pela fome do estômago, prova a si mesmo que é capaz de satisfazer suas necessidades sem exageros. Assim, vai adquirindo cada vez mais autoconfiança e força de vontade”. Quanto mais você comer dessa maneira, menor será o papel das emoções na sua alimentação.

Fonte: http://www.triada.com.br/dieta/dieta/aq171-194-260-4-e-fome-ou-ansiedade.html#anc-pagina

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Smoothie de melancia e beterraba

Acha que melancia e beterraba não combinam? Então, tire a prova! Siga a receita e refresque-se com essa bebida naturalíssima e cheia de nutrientes

Ingredientes:

1 fatia de melancia
½ beterraba pequena
Açúcar a gosto
6 pedras de gelo

Modo de preparo:

Corte a melancia em pedaços bem pequenos. Retire toda a casca da melancia, mas mantenha os caroços. Em seguida, junte os outros ingredientes e bata tudo no liquidificador por 1 minuto. Depois, é só coar e servir! Decore com uma folha de hortelã.
Fonte: http://www.triada.com.br/dieta/receitas/aq171-196-472-1-smoothie-de-melancia-e-beterraba.html

domingo, 2 de janeiro de 2011

Entenda como funciona seu metabolismo e emagreça

Boa parte das pessoas que luta contra os ponteiros da balança já culpou, ao menos uma vez, o metabolismo 'lento demais' pela dificuldade de emagrecer. De fato, algumas pessoas queimam calorias em um ritmo mais rápido do que outras. Saiba porque isso acontece e aprenda como é possível acelerar o metabolismo, eliminando mais calorias e mantendo a boa forma.
O que é metabolismo?
Metabolismo é o conjunto de transformações que os nutrientes e outras substâncias químicas sofrem no interior do nosso corpo. Isso produz energia suficiente para mantê-lo funcionando. Para que as pessoas mais leigas possam entender esse conceito, podemos dizer numa linguagem mais clara e objetiva que metabolismo é a taxa com que o corpo queima calorias para se manter vivo. O metabolismo divide-se em anabolismo (conjunto de reações que produzem compostos e substâncias a partir de componentes menores) e catabolismo (conjunto de reações que degradam as substâncias em componentes menores).
Do total de energia gasto por uma pessoa em um dia, entre 60% e 70% são usados apenas nas funções vitais, como respirar, bater o coração, manter a temperatura corporal, etc. É o chamado metabolismo basal. Cerca de 10% a 12% do consumo de energia total são utilizados no gasto termogênico dos alimentos. Ou seja, a cota que o corpo precisa para processar o que se come, da mastigação até a absorção pelo organismo.
O metabolismo é influenciado por inúmeros fatores, tais como genética, idade, peso, altura, sexo, temperatura ambiente, dieta e prática de exercícios. Dessa forma, existem pessoas que dependendo desses fatores, gastarão mais ou menos energia do que outras. É por isso que existem pessoas magras, que comem de tudo e não engordam de jeito nenhum, enquanto outros lutam para perder alguns quilos a mais.
Fatores que afetam o metabolismo
Cerca de 80% da taxa metabólica é determinada geneticamente, enquanto os outros 20% dependem de outros fatores que listamos a seguir. Você não pode mudar a genética, mas pode acelerar o seu metabolismo, observando esses fatores:
1º) Tecido muscular - Quanto mais músculos você tem, maior e mais veloz é o gasto calórico, independente do seu nível de atividade, da sua idade, etc. Os músculos são tecido vivo e estão lá para trabalhar para você, queimando calorias 24hs por dia.
2º) Alimentação - O excesso de açúcar, especialmente após a refeição, deve ser evitado, uma vez que a digestão de proteínas e gorduras fica prejudicada. O açúcar é digerido mais rapidamente, retardando a digestão de outros alimentos e enganando o cérebro, que sinaliza com mais fome em pouco tempo. Isso também vale para as farinhas de trigo brancas (refinadas) utilizadas no preparo de pães, bolos e massas. Os alimentos gordurosos também devem ser controlados, mas é importante não reduzi-los em demasia, uma vez que a deficiência desse nutriente diminui a produção de certos hormônios, levando à diminuição do metabolismo. Utilize em suas refeições gorduras que fazem bem para a saúde provenientes de nozes, castanhas e azeite de oliva.
3º) Freqüência das refeições - O tempo entre uma refeição e outra é muito importante. Quanto maior o tempo, mais lento é o seu metabolismo, pois ele diminui para poupar energia. Quando pulamos refeições, ficando muito tempo sem comer, o corpo procura obter a energia que precisa consumindo o seu próprio tecido muscular (catabolismo).
4º) Atividade física - Praticar atividade física, combinando exercício aeróbico e ginástica localizada ou musculação acelera o metabolismo. Além disso, o exercício regular ajuda a transformar glicose e gordura em energia, sem a necessidade de produzir o hormônio insulina, que ajuda a engordar. É importante que a atividade física seja regular, para que haja uma ação metabólica contínua, e que a alimentação seja adequada ao gasto calórico.
5º) Água -A maioria das funções do corpo acontecem na presença de água. O líquido é fundamental para transportar hormônios, vitaminas e minerais, além de facilitar o trânsito intestinal e a eliminação de toxinas. A falta de água desacelera o metabolismo. Por isso, beba pelo menos 8-10 copos por dia.
6º) Sexo - O metabolismo masculino é mais acelerado do que o feminino, pois os homens apresentam proporção maior de massa muscular e menor de gordura do que as mulheres. Por isso é importante que as mulheres não deixem de praticar uma atividade física, que ajude no desenvolvimento de massa muscular.
7º) Idade - A partir dos 30 anos o metabolismo começa a ficar mais lento, contudo pesquisas indicam que isso ocorre pelo fato das pessoas tornarem-se mais sedentárias, o que acarreta uma perda gradual de massa muscular. Por isso, é importante que haja um controle alimentar e prática regular de atividade física.
8º) Temperatura ambiente - Em dias mais frios, o corpo consome mais energia para se manter aquecido.
Acelere o seu metabolismo
Para acelerar o metabolismo é importante fracionar as refeições 5-6 vezes ao dia (o organismo terá de trabalhar mais vezes para processar um maior número de refeições), comer devagar, mastigando bem os alimentos e reduzir o consumo de alimentos gordurosos e ricos em açúcar e farinhas refinadas. Alimentos ricos em fibras (grãos integrais, legumes, frutas e verduras) levam mais tempo para serem digeridos e por isso aceleram o metabolismo. A prática de exercícios físicos, principalmente os aeróbicos (caminhada, natação, ciclismo, esteira, bicicleta, ajuda muito. A taxa metabólica aumenta 25% durante 12 a 15 horas após os exercícios aeróbicos intensos.
Não pular refeições e evitar dietas rígidas também ajuda a acelerar o metabolismo. Quando se faz uma dieta para emagrecer, o metabolismo basal fica com um gasto calórico menor como uma forma de defesa (reserva), e quanto menor a ingestão calórica diária, menor será o metabolismo, pois o organismo vai interpretar essa situação como uma ameaça. A depressão do metabolismo basal com dietas sem orientação e/ou acompanhadas com inibidores de apetite leva o organismo a reagir com mecanismos de preservação de calorias e a conseqüência é a dificuldade de se perder gordura corporal, além do risco de desenvolvimento de cálculos na vesícula. Por isso, a dieta deve ser equilibrada do ponto de vista nutricional e as calorias oferecidas devem ser compatíveis com a necessidade individual de cada pessoa, caso contrário o programa de emagrecimento será um verdadeiro fracasso. O ideal é fazer de cinco a seis pequenas refeições diárias e reduzir a ingestão calórica, calculando uma perda de peso de até 500g por semana, de forma segura e com bons resultados a longo prazo.

fonte: http://www1.uol.com.br/vyaestelar/metabolismo.htm