segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Alimentação errada prejudica o QI de crianças, diz estudo

Crianças que estão acostumadas a comer muitos salgadinhos, batatas fritas, biscoitos e pizzas antes dos três anos de idade podem desenvolver um baixo QI para o resto da vida, segundo pesquisa publicada no site inglês Daily Mail.
De acordo dom o estudo, realizado pela Universidade de Bristol, a diferença no QI das crianças que se alimentam de maneira inadequada pode chegar a cinco pontos em relação às crianças que receberam uma alimentação mais saudável com frutas, legumes e comida caseira.
Especialistas alertam que, mesmo que a dieta seja corrigida, o resultado não se altera, pois o período crucial está mesmo no início da infância. Estes dados são alarmantes, pois é o primeiro estudo a sugerir uma ligação direta entre a dieta das crianças aos recursos intelectuais na vida adulta.
O projeto da pesquisa levou em conta fatores como classe social, aleitamento materno, escolaridade e idade materna. Os pesquisadores também permitiram a influência do ambiente doméstico, como o acesso da criança a brinquedos e livros. Analisando todos estes dados, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a alimentação é crucial nos primeiros três anos de vida, quando o cérebro cresce em ritmo mais rápido.
O fato é que crianças que consomem alimentos ricos em gorduras e açúcar deixam de consumir vitaminas e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento completo do cérebro.
Para chegar ao resultado, os pais preencheram questionários sobre os alimentos e bebidas consumidos por seus filhos com idades de três, quatro, sete e oito anos.
Três padrões alimentares foram identificados: uma dieta rica em gorduras e açúcar, uma dieta tradicional de carne e legumes e uma dieta saudável, rica em frutas, salada e legumes. O estudo foi realizado com 4 mil crianças e utilizou um sistema de pontuação para marcar cada tipo de dieta. Para cada aumento de ponto em alimentos saturados, com alto teor de gordura ou açúcar, houve uma queda de 1,67 ponto nos pontos de QI. Já para as crianças que optaram por dietas mais saudáveis, a cada aumento de ponto a favor da dieta, o aumento de QI foi de 1,2 pontos.
Os pesquisadores Pauline Emmett e Kate Northstone disseram que o efeito de uma dieta pobre no desenvolvimento do cérebro poderia durar para sempre e alertam sobre a importância da alimentação no desenvolvimento da criança. No estudo publicado no Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária, o QI das crianças foi medido quando chegaram aos oito anos de idade.
Estes resultados não significam que você nunca poderá dar ao seu filho alimentos industrializados, refrigerantes ou pizzas, mas que estes tipos de alimentos devem ser consumidos com moderação.
 
Fonte: Terra Saúde - http://saude.terra.com.br

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Comer para emagrecer? Entenda porque!


Muito se fala sobre a importância de fracionar as refeições para facilitar a perda de peso, ou seja, comer de 3 em 3 horas. Mas poucos sabem as verdadeiras razões para isso.

Eu, particularmente não acho que todos devem comer nessa frequencia de 3 em 3 horas. Isso varia e depende de um monte de fatores e sintomas como gastrite, enxaqueca, humor, ansiedade, metabolismo e estilo de vida. 
Uma frequencia de 4 em 4 horas pode ser muito benéfica para algumas pessoas pois permite que o alimento consumido anteriormente seja completamente digerido, mas, mais uma vez, vale aqui a individualidade bioquímica.

Bom, mas vamos às razões pelas quais ficar muito tempo de estômago vazio  não  são boas e facilitam o ganho de peso:

1. CORTISOL
Passadas 3h e meia sem se alimentar o organismo começa a produzir quantidades significativas de um hormônio chamado cortisol, o famoso hormônio do stress. Faz sentido pois, sem alimento, o organismo entra em estado de stress, já que o cérebro precisa de glicose. Esse hormônio é um grande responsável pelo acúmulo de gordura no abdomen, ou seja, aquela bendita barriguinha que queremos eliminar a todo custo.
Por isso é preciso comer para perder barriga!

2. METABOLISMO
O metabolismo desacelera.
É, na verdade, um mecanismo de defesa do corpo: começa a poupar energia como segurança - vai que você está perdido numa floresta e não tem alimentos disponíveis?
É assim que o corpo pensa.
E, todos sabemos, que metabolismo lento é ganho de peso na certa!

3. FOME
Por mais que você não a sinta, a fome vem, e faz com que você coma em exagero na próxima refeição.
É o corpo querendo recuperar rapidamente a glicemia, o que faz que você coma até três vezes mais.
E com fome você não tem a mesma capacidade de selecionar a refeição, o resultado é que coloca para dentro tudo o que vê na frente.

4. MASSA MUSCULAR
Você já percebeu que num período de longo jejum você acaba nem sentindo mais fome?
Isso acontece devido à utilização de massa muscular como fonte de energia, o que não é desejável a nenhum indivíduo. Primeiro porque a massa muscular é que mantém o seu corpo firme e saudável, e segundo porque quanto mais massa você tem mais acelerado é o seu metabolismo, o que significa perda de gordura!

5. ESTÔMAGO
Fracionar as refeições provoca uma redução da capacidade do estômago, diminuindo a fome, a ingestão calória e consequentemente a perda de peso.

Isso tudo sem contar que jejuns prolongados favorecem a falta de concentração, alterações de humor, mal hálito, gastrite, queda de energia e até mesmo diabetes.

Vale lembrar que os lanchinhos devem ser compostos por alimentos saudáveis e de preferencia naturais como frutas, sanduiches naturais, castanhas e alimentos integrais.

Deu para se convencer?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Kiwi amarelo: menos calórico e mais doce!


Você já provou o kiwi amarelo?
Eu também nunca tinha provado e nunca tinha ouvido falar até ir no mercado com a minha querida cunhada Ligia, que me deu a valiosa dica.

Adorei e recomendo demais!


O nome é Zespri Gold, e é originário da Nova Zelândia e foi "descoberto"em 1992 através da mistura de algumas sementes selecionadas.


Irmão mais novo do kiwi verde, tem forma de figo e a pele lisa.
Mas a maior diferença encontra-se na cor amarela e sobretudo no sabor:  é mais macio, mais doce, e, por incrível que pareça, menos calórico do que o kiwi verde.
Cada 100g tem só 55 calorias, além de ser fonte de uma variedade grande de antioxidantes.

Dois kiwis amarelos tem mais vitamina C do que uma laranja e mais potássio do que uma banana.
Isso sem contar que é rico em fibras e por isso ajuda no funcionamento intestinal e na diminuição dos valores de colesterol no sangue.

Seu sabor parece uma mistura entre manga, pêssego, melão, limão e mel.

Outra diferença é que pode ser consumido com a casca que não é peluda como a do kiwi verde.


Como consumir?
Corte ao meio e coma de colher (humm) ou use numa vitamina, suco ou smoothie.

Amasse ou corte em pedaçinhos e ofereça a seu filho, ele pode estranhar no início a consistência mas depois que provar o sabor docinho, com certeza vai gostar.
A minha filha comeu dois de uma vez só, na primeira vez que provou.


É uma fruta bem tropical e muito saborosa, além de ser muito nutritiva, vale a pena experimentar.
Ligia, adorei a dica ;)

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Vale a pena investir nos orgânicos?


Você tem dúvidas sobre as vantagens de optar pelos produtos orgânicos?
É normal. Muito se fala mas pouco se explica sobre esse assunto.
Entenda de uma vez porque eles são melhores escolhas.

Investir em alimentos e produtos orgânicos é a melhor forma de nos protegermos da exposição às toxinas encontradas nas práticas agrícolas convencionais.
Os efeitos causados pela exposição a esses pesticidas, solventes e metais pesados podem incluir alergias, intoxicações, câncer e distúrbios psicológicos.
Os danos causados pela ingestão desses contaminantes químicos são cumulativos e as crianças são mais vulneráveis ainda.

Os estudos mais recentes indicam que vegetais e frutas orgânicas apresentam níveis mais elevados de minerais, como ferro e zinco, e até 40% mais antioxidantes do que os produtos cultivados de forma convencional.
Eles preservam em sua composição a qualidade da água, a fertilidade do solo e a vida silvestre, já que não foram alterados o acrescimo de nenhuma química. Por isso são mais saborosos.

Além dos benefícios diretos trazidos pelo consumo dos orgânicos para o nosso organismo, há benefícios indiretos, mas muito importantes, para o planeta e o ecossistema.
Sua produção respeita o meio ambiente, evitando a contaminação de solo, água e vegetação.
Outra vantagem é que a produção de orgânicos usa sistemas de responsabilidade social, principalmente na valorização da mão-de-obra.

Apesar dos inúmeros benefícios, comprar orgânicos no Brasil ainda é caro.
Isso acontece porque é difícil manter o cultivo saudável e natural do alimento, desde sua germinação até a hora da colheita, sem contar com os diversos facilitadores químicos. Afinal, são os pesticidas, aditivos e conservantes que acabam com as pragas e fazem com que os alimentos cresçam mais depressa, aumentando seu volume e melhorando o aspecto do produto, deixando-os com cores mais vivas.
Os agricultores de orgânicos perdem frequentemente safras inteiras devido à fragilidade de suas plantações. Mas a única maneira de baixarem os preços é se aumentarmos a demanda para reduzir os custos.
Por esse motivo, ao incluir produtos orgânicos nas compras incentivamos a produção e torná-los mais baratos a longo prazo. Uma alternativa que pode sair mais barata é comprar cestas de orgânicos.

Para saber se o produto que você está adquirindo é livre de resíduos tóxicos, fique atento ao selo de certificação que acompanha os orgânicos.
Vale lembrar que o alimento hidropônico não é considerado orgânico, pois utiliza adubos químicos solúveis. A diferença é que ao invés de ser cultivado na terra, a produção é realizada na água.

Se não for possível consumir somente os orgânicos, dê prioridade aos produtos que são mais bombardeados de pesticidas, como: tomate, morango, uvas, pêssego, pimentão e folhas em geral.

Por você, por sua família e por nosso planeta não pense duas vezes antes de pagar um pouco a mais e levar para casa um produto ou alimento orgânico!

 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A memória anda falhando? Veja dicas e alimentos que podem reverter esse processo!

A sua memória não é mais a mesma.
Efeito da idade? Um pouco sim, talvez. É fato que a medida que envelhecemos, as nossas habilidades mentais se deterioram.
Mas saiba que, apesar da nossa capacidade de processar e armazenar informações diminuírem,  as pequisas mais recentes mostram que isso pode ser revertido.

Algumas práticas, hábitos e alimentos podem aumentar a oxigenação e a nutrição em nosso cérebro, fazendo uma grande diferença na hora de memorizar alguma coisa.

Veja alguns deles:

Atividade diária: Praticar jogos de xadrez, palavras cruzadas, exercícios simples como recordar fatos do dia-a-dia (o que comeu no almoço, o que leu no jornal do dia, o que ocorreu no último capítulo da novela, etc.)

Aprender novas habilidades: computador, pintura, música, etc.

Cultivar a atenção: Ater-se aos fatos mais importantes dos que ocorreram durante o dia e procurar guardá-los; exercitar-se com objetos simples mantendo a concentração (pegue um relógio, por exemplo, e procure concentrar-se no mesmo, observando suas características, etc); exercitar-se com um texto e procurar refletir somente sobre o mesmo (um poema, um salmo, etc).

Exercícios mentais: Associar fatos a imagens e procurar guardá-los na memória. Imaginar um alimento suculento e imaginar todas as suas características a ponto de sentir prazer.

Alimentação: A boa alimentação é fundamental para a conservação da memória. Deve-se evitar excessos (de álcool, de açúcar, de gorduras, de industrializados). Jejuns prolongados fazem com que o cérebro fique sem glicose, e não funcione corretamente.
Uma boa alimentação para a memória é bem balanceada entre proteínas, gorduras e açúcar, sendo rica em vitaminas. A tiamina, o ácido fólico e a vitamina B12 são importantes para o metabolismo dos neurotransmissores envolvidos no processo da memória, devendo ser utilizados de preferência produtos naturais.
Os estudos já comprovaram também que a falta de ácidos graxos essenciais como o Ômega 3 afeta diretamente a memória e concentração, por isso o consumo de peixes de água fria como o salmão e atum e sementes como a linhaça, são bem vindos.
A água é muito importante, devendo se ter cuidado em manter-se a hidratação.



Psiquismo: Estar relaxado e emocionalmente bem, é fundamental para manter uma boa atenção de conservar a memória. A tensão e a ansiedade prejudicam a memória. A depressão dificulta muito o processo de memorização.

Atividade física: Os exercícios feitos regularmente trazem benefícios importantes para o processo de memorização. Uma simples caminhada diária é o suficiente.

Sono: O repouso cerebral é muito importante para se ter uma boa memória. Quem sofre de insônia tem sua memória prejudicada.


Que tal tentar alguma ou todas essas sugestões juntas?

Só não vale esquecer de colocar em prática ;)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Você já conhece o adoçante natural e orgânico que não amarga?

Gente, ontem fui fazer minha feirinha orgânica num lugar muito legal chamado Quintal dos Orgânicos em SP.
Lá, encontrei um produto novo muito legal, que testei e aprovei, e divido aqui com vocês.
É o adoçante à base de Stevia Neotevia, que além de ser orgânico (e certificado pelo IBD) não amarga as bebidas como o stevia comum.

Para quem não sabe, o stevia é um adoçante natural extraido de uma planta da família Asteraceae.
De todas as opções que existem no mercado, é a mais indicada para a saúde, já que não possui substâncias tóxicas, não causa cáries e adoça até 10 x mais que o açúcar comum.

Antes de comprar o produto, porém, é necessário verificar cuidadosamente sua composição. Alguns adoçantes à base de Stevia podem não conter apenas esse ingrediente. Às vezes estão acrescidos de sacarina e outros aditivos. Fique atento!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Melancia: a fruta perfeita para os dias quentes

            A melancia pertence à mesma família da abóbora e do melão. É uma planta rasteira, com folhas grandes e flores pequenas, de cor amarela. A fruta pode ser arredondada ou alongada, com tamanho variável entre 25 e 75 cm. A casca é lisa, lustrosa, verde clara ou verde escura, com estrias de um verde mais forte no sentido do comprimento. A polpa da melancia é vermelha, com muitas sementes, achatadas e pretas.
Em geral, a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. Sua polpa dá também um excelente suco e uma compota de sabor muito agradável.
            É uma fruta altamente refrescante, ideal para ser  consumida em épocas de muito calor. Tem propriedades hidratantes (contém certa de 90% de água). É rica em  vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro. Seu valor calórico é baixíssimo, cada 100 gramas possui 31 calorias.
            Sua vermelhíssima polpa carrega licopeno e glutationa, poderosos antioxidantes que estão rendendo à fruta a fama de rejuvenescedora.
            Uma melancia de boa qualidade tem casca firme, brilhosa e sem manchas escuras. As manchas claras não são sinais de um produto de má qualidade. Para saber se está boa por dentro, bata com dois dedos dobrados na casca. Se o som for oco, a melancia está boa. Também é possível saber se ela está boa, testando-a: corte um pedacinho e prove. Lembre-se que as melhores melancias são as que têm polpa bem vermelha e bastante suco.
            Fora da geladeira, a melancia se conserva bem durante uma semana se guardada em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, deve ser conservada na geladeira, envolvida em plástico ou papel alumínio, para evitar que absorva o odor de outros alimentos.
            É recomendada para quem tem pressão alta, reumatismo ou gota. Seu suco provoca eliminação de ácido úrico e contribui para limpeza do estômago e o intestino. Também é indicada para tratar acidez estomacal, obesidade, bronquites crônicas, problemas de boca e garganta, e ainda protege contra o câncer e oxidação celular.

Curiosidades:

•  O suco das sementes é considerado vermífugo e diurético leve;

•  Suas sementes, torradas e aplicadas sobre qualquer ferida, acalmam a dor e também ajudam a desinchar e desintoxicar o organismo;

•  A melancia também é refrescante estomacal e, com um pouco de mel e limão, pode ser usada contra resfriados, catarro, excesso de bílis, gosto amargo da boca e faz bem ao sangue;

•  Às outras partes da fruta são atribuídas propriedades na cura de febre e infecções das vias urinárias;

•  A melancia também é refrescante estomacal e, com um pouco de mel e limão, pode ser usada contra resfriados, catarros, excesso de bilis e o gosto amargo da boca;

•  Conserva-se em geladeira por 2 a 3 semanas;

•  Seu período de safra é de novembro a junho.


Sugestão de receita:

Suco Funcional de Melancia
Ingredientes
- 1/2 fatia de melancia
- 1 pêra
- 1 copo de água de côco natural
- 1 col. de sopa de xarope de agave
- gengibre ralado
- pedras de gelo
Modo de Preparo
Bata os ingredientes no liquidificador e coe. Sirva gelado.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O que colocar na lancheira dos pequenos?

Papais que, assim como eu, querem proporcionar a melhor nutrição para que seus filhos se desenvolvam saudáveis, espertos e felizes: leiam com atenção esta matéria publicada no jornal O Dia online, sobre o consumo desenfreado de produtos industrializados.

Práticos, saborosos e aprovados pela maioria das crianças, biscoitos e doces industrializados devem ficar longe das lancheiras para não prejudicar a saúde dos pequenos. Boa parte destes lanches contêm substâncias que podem causar alergias, hiperatividade e até câncer. A conclusão é de análise em 31 produtos da Associação de Consumidores Pro Teste.
Técnicos analisaram os rótulos de 16 biscoitos, oito doces, quatro gelatinas e três bebidas. Dentre as marcas analisadas, 19 apresentaram os corante Amarelo Crepúsculo, Tartrazina ou Vermelho 40, que podem causar hiperatividade, déficit de atenção, alergias e até câncer. Além disso, 13 tinham glutamato monossódico — que causa alergia —, e oito, edulcorante (adoçante) na composição. A substância é potencialmente cancerígena e pode causar lesões cerebrais.
Segundo a pesquisadora de alimentos Manuela Dias, uma das responsáveis pelo levantamento, a presença de substâncias que causam malefícios deveria estar em destaque nos rótulos, o que não ocorre.
A Pro Teste trabalhou com os biscoitos da Elma Chips, Piraquê, Club Social, Yoki, Visconti e Santa Helena. Os doces foram Mentos Ice Cheery, 7 Belo, Chiclets, Bubaloo, Jelly Bananas e Marshmallow e Confeti, além das gelatinas Royal e Dr Oetker. Entre as bebidas, estavam Mini Schin e o suco Tang de Maracujá.
A Pepsico e a Arcor, responsáveis pela Elma Chips e 7 Belo, informaram seguir as determinações da Anvisa. A Visconti disse ter rígidos padrões de qualidade. A Schincariol optou por não comentar a pesquisa e a Yoki não encontrou os técnicos responsáveis pelo produto. Ninguém responsável pela Santa Helena foi encontrado. Procuradas, as demais marcas não responderam.

O QUE COLOCAR NA LANCHEIRA DOS NOSSOS FILHOS, AFINAL?

Ao montar a lancheira do seu filho, dê preferência à alimentos frescos e naturais, tendo sempre cuidado com a conservação, para não estragarem.
Veja uma lista de opções saudáveis:
- frutas frescas e fáceis de levar, como maçã, banana e pêra;
- sanduiches de pão integral fofinho com manteiga ou cream cheese;
- bolos caseiros feitos com farinha integral e adoçados com frutose;
- bisnaguinha integral com geléia natural sem açucar;
- biscoitos integrais com girassol, aveia, gergelim;
- sucos naturais ou os e caixinha sem conservantes ou açúcar;
- água de côco.

É lógico que é mais dificil um controle quando as crianças já tem idade para ver o que o amiguinho está comendo e querer provar.
Mas se você se esforçar para oferecer alimentos saudáveis para o seu filho desde o nascimento (ou melhor, desde a gravidez!), ele certamente corre menos riscos de gostar dessas porcarias, simplesmente porque já está acostumado com seus lanchinhos saudáveis.
Minha filha de 1 ano e meio viu, outro dia, uma menina chupando um pirulito e quis... ao ouvi-la percebi que estava pedindo uva! Ou seja, ela achou que o pirulito era um bago de uva no palito. Essa questão foi facilmente resolvida ao chegar em casa.

Ouvi muitos comentários sobre não oferecer açúcar, chocolate e nenhuma porcaria para minha pequena.
- Coitadinha!
Todos falavam.
Tão pequenininha, ela nem sabia o que eram essas coisas, por que eu haveria de estimular?
Colocar na boca dela? Claro que ela ia gostar!

Hoje em dia tenho que esconder o brócolis do seu prato pois se deixar ela quer comer só isso.
É claro que, indo para escolinha, é possível que queira provar outras coisas por curiosidade.
Mas o hábito saudável já está instalado, e as papilas gustativas não foram estimuladas com gorduras, açúcar ou qualquer outro tipo de porcaria com colorantes.
Penso que nosso papel é estimular escolhas saudáveis em nossas casas (e sempre dar o exemplo), já que fora de casa muitas vezes não podemos controlar.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Estimule seu metabolismo com a dieta dissociada!


São tantas dietas que muitas vezes ficamos perdidos não é mesmo?
Eu, como nutricionista, acho importante conhecer tudo que aparece para poder opinar.
Podem ter certeza que 90% das dietas com títulos como "da lua", "das proteínas", "do sangue" não são interessantes para estimular a mudança de hábitos. Muitas são inclusive bem desequilibradas e podem trazer mais ganho do que perda de peso, já que a perda rapida implica em ganho rápido também.
Não gosto, portanto, de titular uma dieta.
A melhor dieta é aquela que estimula o consumo de alimentos saudáveis como um todo, com o controle das quantidades ingeridas e adaptada à rotina, hábitos e preferências do indivíduo em questão. É isso que funciona a curto e longo prazo.
Mas, nós como seres humanos cheios de ansiedades que somos, muitas vezes queremos uma dieta diferente, que nos estimule e estimule o nosso metabolismo.

Nesse sentido pode ser positivo dar uma variada!
Isso, claro, se a dieta escolhida não excluir nenhum grupo alimentar, não te fazer passar fome ou sentir-se fraco, e se não for feita por um período muito longo.

Dentro desses princípios, uma das maneiras que eu gosto de estimular o metabolismo dos meus pacientes que estão desmotivados é aplicando a dieta dissociada.

Entenda como funciona essa e a dieta do tipo genético no artigo abaixo, em que dei minha contribuição:

Entenda as dietas: dissociada e do tipo genético

As duas têm suas peculiaridades. Portanto, conheça cada uma para entender como funcionam esses programas.

Tipo genético

A dieta do tipo genético foi desenvolvida pelo mesmo médico naturopata que criou a dieta do tipo sangüíneo, Peter DAdamo. O princípio dessa dieta é saber quais alimentos são mais facilmente digeridos por cada indivíduo. A nutróloga Vania Assaly explica que, como seu nome diz, esse programa é baseado no perfil genético de cada paciente. Ela surgiu a partir da teoria de que cada pessoa reage de modo diferente – bem ou mal – a determinados tipos de alimento, explica. Certamente, podemos saber intuitivamente o que nos cai bem e o que não cai, mas, os testes de leitura genética decifram quais alimentos serão favoráveis ou não ao padrão de cada um, informa ela.

Segundo a nutróloga, a vantagem dessa dieta é que se pode descobrir, desde a infância, os alimentos que favorecem o organismo. Indivíduos que deveriam evitar consumo de cafeína ou laticínios, muitas vezes, vão fazer isso apenas quando apresentam doenças. E isso poderia ser evitado desde cedo, exemplifica. Sua função é manter a saúde, através da interação entre gene e nutrição, evitando, assim, problemas de intolerância crônica, explica a nutróloga que acredita nessa dieta. Ela ainda me parece a melhor proposta, pois tenta direcionar o paciente às boas escolhas, definidas pelo padrão genético, evitando várias doenças, inclusive a obesidade e o diabetes, afirma Vania.
Dissociada
O segredo da dieta dissociada, segundo a nutricionista Fernanda Scheer, é não misturar proteínas e carboidratos. Quando esses dois tipos de alimentos são combinados, provocam uma fermentação maléfica para o corpo, pois estimulam a liberação de toxinas nocivas ao organismo e podem influenciar negativamente no funcionamento do metabolismo, explica.

A combinação errada dificulta, também, que o organismo aproveite os nutrientes da refeição e sobrecarrega o aparelho digestório e, conseqüentemente, produz gases e deixa a pessoa com sensação de mal-estar e cansaço. Fernanda relata que isso acontece graças ao aumento da produção de insulina, o que colabora para o armazenamento de gordura. Por isso, quando os alimentos são dissociados, eles não fermentam, o que gera uma perda de peso mais rápida e saudável, conclui.

Outra característica dessa dieta é respeitar rigidamente os intervalos entre as refeições – 4 horas após as refeições principais e 3 horas para os lanches. Se você voltar a comer antes desse tempo,  prejudica a digestão pois a comida ainda está no estômago, faz com que haja a fermentação e desacelera o mebatolismo, esclarece.

Nessa dieta, nenhum alimento está proibido. A restrição está na combinação. A recomendação é, no almoço, comer carboidratos (arroz, batata e macarrão, por exemplo), para dar energia para as atividades do dia. E, no jantar, optar pelas proteínas (carnes, peixes e ovos, por exemplo), diz a nutricionista. Ou o contrário. A desvantagem é a dificuldade para se habituar, pois, ela vai contra a nossa cultura. Mas, o lado bom é que você não precisa ficar contando calorias e desintoxica o corpo.
Erros comunsPara a nutróloga Vania Assaly, não há uma dieta boa para todo mundo. Os novos programas de emagrecimento criam expectativas e dão motivação. O ser humano busca novidades para ter um resultado imediato e isso não dá certo. Portanto, lembre-se que não existem milagres e que a dieta só dará certo quando houver comprometimento com a proposta. A busca incansável pela beleza, sem se preocupar com a saúde, é um erro muito grave, avisa a nutróloga que ainda alerta as pessoas que fazem muitas dietas restritivas. Se o indivíduo faz repetidamente uma dieta com pouca variedade de alimentos, poderá ter deficiências nutricionais e acabar não conseguindo resultados, pois se cansa do mesmo cardápio.

Uma e outra

Ambas as dietas pregam que a sobrecarga da digestão é a origem dos distúrbios metabólicos, entre eles, o ganho de peso e a dificuldade de emagrecer. De acordo com Fernanda, "os processos de digestão e absorção dos alimentos sofrem influências não apenas das escolhas alimentares, mas, também, de fatores externos, como os psicológicos e o estilo de vida - além de presença (ou não) de enzimas digestivas adequadas e de microorganismos benéficos como os lactobacilos no intestino.

Artigo escrito por Vitor Murad para portal ig.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Nutrição na gravidez: quanto antes melhor!!!

Já falei aqui o quanto eu AMO atender gestantes (e depois seus babys)?
Esse tem sido o foco dos meus estudos nos ultimos dois anos, após eu mesma passar por todo esse turbilhão de sentimentos, dúvidas e inseguranças que a maternidade proporciona.
Especialmente quando falamos de saúde pois a responsabilidade que temos na nutrição dos nossos babys, desde a gravidez, é imensa.
O impacto das nossas escolhas refletirá em um ser humano mais feliz, inteligente, sociável e com uma vida mais longa. O que mais podemos querer para os nossos filhos?
E isso não sou eu que estou dizendo e sim os estudos, que cada vez mais mostram essa relação.
Isso se chama programação metabólica, e é algo que falarei bastante por aqui!

Um estudo publicado no journal Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que mães com dietas com baixas calorias correm maior risco de ter bebês com problemas comportamentais e baixo QI. 
A falta de nutrientes, principalmente no início da gestação, prejudica a formação de conexões neurais no feto. O efeito parece ser ainda pior em adolescentes grávidas – que ainda estão em fase de crescimento – e gestantes mais velhas, cuja placenta é menos eficiente no fornecimento de nutrientes para o bebê.

A boa nutrição da mãe é importantíssima também na fase da amamentação, já que isso influencia inclusive na boa produção de leite.
Cuidar do que se come nesse período é importante também poque é essa a hora em que as mamys estão louquinhas para perder todo o peso ganho na gravidez, o que pode acontecer, desde que de forma correta e equilibrada.
Uma alimentação adequada irá favorecer a saúde do bebê que está mamando e também estimular a perda de peso da mamãe, isso é totalmente possível.

Se você estiver grávida ou planejamento uma gravidez, não deixe de procurar uma nutricionista para te orientar no que comer. Existem nutrientes importantes que devem ser suplementados, como o Omega 3 e a colina, pois favorecem a formação de neurônios, fazendo nenéns mais inteligentes.

Quanto antes você começar a organizar sua alimentação e tomar os suplementos adequados melhor para o seu bebê!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nutrição Funcional: entenda o conceito dessa ciência!


Nutrição Funcional é um conceito amplo, mas pode ser entendida como a ciência que estuda, além dos alimentos, os nutrientes que formam esse alimento, e o organismo que irá recebê-lo, ou seja, a interação deles de forma completa.
Numa consulta de Nutrição Funcional são observados o estado de saúde, parâmetros bioquímicos, sinais e sintomas que o organismo apresenta e a sua capacidade para digerir, absorver, transportar, excretar e detoxificar.
Desta forma, antes de pensar em que alimento será saudável para cada indivíduo, faz-se o rastreamento metabólico do organismo para entender o que realmente fará bem ou mal. Assim, é considerada a individualidade bioquímica de cada individuo e não parte da premissa de que todo alimento saudável é saudável para todo mundo.
Alimentos como brócolis, laranja, queijo branco, pão integral, entre outros, são saudáveis para uma grande parte da população. Mas para algumas pessoas esses alimentos podem ser venenos pois não são bem digeridos, e metabolizados, causando assim desequilibrios diversos que levam a sintomas indesejados como dor de cabeça, intestino trancado, alterações de humor, ansiedade, falta de ânimo e disposição.
A nutrição funcional não trabalha somente calorias, mas na qualidade alimentar como um todo levando em consideração à adequação do consumo de micronutrientes. Para isso, para algumas pessoas (ao meu ver para a MAIORIA das pessoas), é necessária uma complementação com suplementos de vitaminas, minerais, aminoácidos ou compostos antioxidantes específicos para modular sintomas e doenças já instaladas.
Sabe-se hoje que toda e qualquer doença tem uma base de inflamação: desde o sobrepeso às doenças cardiovasculares. Uma alimentação que promova a diminuição do processo inflamatório em que o organismo se encontra é de extrema valia para saúde como um todo, incluindo a perda de peso.

Outros dois fatores muito relevantes na Nutrição Funcional são:
1. o auxilio através da alimentação no processo de destoxificação hepática, que auxilia na eliminação de metais pesados e na redução da absorção dos mesmos pelo organismo. Lembrando que a presença de metais pesados no organismo (arsenico, mercurio, aluminio) são responsáveis por inúmeros sintomas comumente encontrados, alguns como: indisposição, dores de cabeça, fadiga, dores abdominais, náuseas, fraqueza muscular, perda de memórias, insônia, entre outros;
2. alergias e intolerâncias causadas por alimentos, muito comum e ao mesmo tempo desconhecido por muitas pessoas. Sabe- se que o consumo constante de alimentos alergênicos, aumenta a formação de substancias pro-inflamatórias ocasionando inúmeros sintomas ao organismo.

Enfim, a nutrição funcional é um conceito que vai muito além do simples consumo de alimentos funcionais, e deve ser aplicada em qualquer individuo que busque estar em equilíbrio e com vitalidade positiva.
Procure um profissional de qualidade para ter sua orientação individualizada.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Retomando uma rotina alimentar saudável pós férias


Acabou as férias e junto com ela, a desculpa para os excessos!
É comum, nesse período, deixar os hábitos alimentares saudáveis de lado.
Viagens, passeios, eventos, bebidas alcoolicas, excesso de doces, acordar mais tarde... tudo isso contribui para que no fim das férias nosso organismo esteja implorando a volta da rotina!
Isso sem contar que para muitos há dificuldades para manter uma atividade física.
Se você é como eu e passa mal com esse calor todo que tem dado, fica mais dificil ainda, pois depende de uma estrutura de academia que muitas vezes não tem.

Falta de concentração, fadiga, indisposição, sonolência, dificuldade de memorização, infecção urinária, constipação e irritabilidade são alguns dos sintomas que podem ser decorrentes de uma má alimentação. 
O organismo que está intoxicado com excessos "grita" por ajuda através desses sintomas.

Essa é a hora, portanto, de organizar os hábitos e  estruturar uma rotina saudável para o seu ano, desde as refeições e lanchinhos durante o dia, à atividade física que vai praticar.

Inclua em suas refeições azeite de oliva extravirgem, óleo de canola e de linhaça, ricos em ácidos graxos insaturados que fazem parte da estrutura das células nervosas e garantem eficácia na troca de informações entre elas, ou seja, contribuem para um raciocínio mais rápido.

Evite alimentos ricos em gorduras saturadas, trans, açúcares e sódio, eles são responsáveis por um acúmulo de mal estar: de dor de cabeça e falta de concentração. Estão presentes, por exemplo, em refrigerantes, sucos industrializados, biscoitos recheados, balas e salgadinhos.

Mantenha-se bem hidratado, carregando sempre água mineral na bolsa ou na mesa de trabalho e quando possível, opte por água de côco natural, suco de uva integral ou suco de frutas naturais, feito na hora e sem adição de conservantes e açúcares.

Para fornecer combustível durante o dia não podem faltar alimentos ricos em carboidratos e fibras, como por exemplo: cookies integrais, barras de cereais, barras de frutas, frutas desidratadas e frutas in natura. Estes alimentosmantém a fome sobre controle e ainda fornecem vitaminas e fibras para que o corpo consiga eliminar as gordurinhas consumidas e estocadas.

Os cereais integrais, por serem ricos em fibras, fornecem energia de forma lenta e constante, além de zinco (mineral imprescindivel para fertilidade, imunidade e saúde da pele) e vitamina B6 (importante para o desempenho cognitivo e para a manutenção de um humor estável). Quinua, amaranto, arroz integral, aveia, pão integral e macarrão integral são alguns exemplos.

Outra dica é ter sempre um mix de oleaginosas na bolsa, pois além de serem ricas em gorduras aliadas à saúde do coração, dão saciedade. Castanhas, nozes, amêndoas e pistache acrescidos de damasco seco e uvas passas são um bom exemplo.

É de extrema importância fracionar a alimentação, se alimentando em um intervalo máximo de 4 horas.
E essa é a hora de entrar naquela academia perto da sua casa ou trabalho.
Procure se envolver com uma atividade que lhe dê prazer. Se não encontrar prazer na atividade, insista por algum tempo pois há chances que a rotina se instale e você, vendo os resultados, se anime para continuar fazendo.

É através a organização e planejamento que você consegue manter uma rotina saudável pelo ano todo!