segunda-feira, 30 de maio de 2011

Por que é tão difícil resistir? Chocolate, café e gordura causam dependência semelhante as drogas!

Por que é tão difícil resistir?

Alguns alimentos, como chocolate, café e gordura, causam um tipo de dependência semelhante à de drogas. O resultado é que você acaba comendo compulsivamente, mesmo quando não está lá com muita vontade. Aprenda a reconhecer o seu vício e formas de livrar-se dele.
Reportagem da Revista Viva Saúde escrita por Ivonete Lucirio


A Associação dos Comedores Anônimos (ACA) ainda não foi criada. Mas, se existisse, certamente teria um número grande de sócios. A comida pode ser um vício. Não estamos falando aqui de pessoas que comem o tempo todo, mas daquelas que criam uma predileção por determinados alimentos e passam a depender deles para funcionar direito, ou não conseguem controlar a quantidade ingerida. “Isso costuma acontecer com alimentos altamente palatáveis e de alta densidade energética, ricos em açúcar, gordura e farinhas refinadas”, diz a nutricionista Andréia Naves, diretora da VP Consultoria Nutricional (SP). E completa: “Eles geram um consumo compulsivo e incontrolável e, consequentemente, uma sensibilização do organismo à substância, com sintomas típicos quando é suprimido, como ansiedade, agressividade e alterações de humor”.
Só que, diferentemente das drogas, os alimentos são necessários à vida. Comer é um comportamento que envolve vários processos hormonais. Por isso, fica tão difícil comprovar que a vontade excessiva de ingerir algo seja um vício. Mas a cada dia novas pesquisas comprovam que certos alimentos podem, sim, alterar o funcionamento cerebral, como faz a cocaína, por exemplo. Boa parte dos experimentos foi feita com ratos, uma vez que é um risco grande desenvolver propositadamente o vício em uma pessoa.
Chocolate
O carboidrato presente no chocolate aumenta a disponibilidade no cérebro do triptofano, que se transforma em serotonina, o neurotransmissor responsável pelo bem-estar. “Além disso, o chocolate contém anandamida, outro componente que induz a sensação de calma e bem-estar”, explica a endocrinologista Anete Abdo. “Os compostos ativos da maconha também produzem excitação imitando a anandamida. Mas a quantidade presente na droga é muito maior do que aquela do chocolate”, completa Anete. E não se pode esquecer que o chocolate contém cafeína — cerca de 16 mg a 36 mg por barra de 50 g (contra 40 mg a 130 mg por xícara de café).

Café
Os mecanismos da dependência são variados e nem todos bem explicados. Um deles é que a cafeína bloqueia a ação da adenosina, substância calmante produzida pelo cérebro; e aumenta os níveis de dopamina e noradrenalina, responsáveis pelo bem-estar. Quando se suprime o cafezinho, a pessoa sente-se com pouca energia. Daí a necessidade de tomar mais. Além disso, a bebida é vasoconstritora, o que ajuda a aliviar a dor de cabeça provocada pela dilatação dos vasos cranianos. Assim, a pessoa toma café para livrar-se da cefaleia, e, assim que o efeito passa, a dor volta, obrigando a pessoa a beber mais. A cafeína também está presente em chás e refrigerantes, embora em quantidade inferior, mas contribui para seu potencial “viciante”. Importante: para não atrapalhar o sono, é bom evitar a cafeína depois das 16 h.
Carboidratos refinados
Pães, massas e biscoitos feitos com farinha refinada — aquela branca — são capazes de mudar a química cerebral, aumentando os níveis de serotonina, o neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar.
Açúcar
“Quanto mais açúcar ingerimos, mais insulina precisamos fabricar para metabolizá-lo. Quando os níveis de insulina estão muito altos, o cérebro não fica sabendo quanta gordura há estocada e manda sinais para o corpo ingerir mais alimentos. Em outras palavras, quanto mais doce comemos, mais temos vontade de comer”, explica a endocrinologista Anete Hannud Abdo, do Programa de Atendimento ao Obeso (PRATO), do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. O açúcar age também no cérebro, aumentando a liberação de dopamina, responsável pela sensação de prazer.
Vontade de comer
Não se pode negar que há um forte componente psicológico e comportamental na dependência por um determinado alimento. É o que acontece naqueles dias em que você chega em casa depois de um dia difícil de trabalho e tudo o que quer é cair de boca em uma torta de chocolate, doce e gordurosa. “Nesse caso, o hábito pode ser abandonado em qualquer fase da vida sem maiores problemas”, diz o endocrinologista Geraldo Medeiros, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), que sequer concorda com o uso do termo vício.
Imaginar uma comida é um forte estímulo psicológico para sentir vontade de comê-la. É aquela situação em que você não consegue ler um livro porque está com ideia fixa em um belo hambúrguer, ou em um sorvete de flocos. Cientistas da Finders University (Austrália) confirmaram esse comportamento. Sempre que a pessoa relatava uma vontade incontrolável de comer algo, a imagem estava vívida em sua cabeça. Ela podia vê-la em detalhes. Para esses casos, ainda segundo os cientistas, funciona tentar criar outra imagem mental, ou até pensar em um cheiro. Por exemplo, os voluntários foram estimulados a imaginar um arco-íris, ou lembrar o cheiro de folhas de eucalipto. Em ambos os casos, a necessidade imediata pela comida diminuiu.
“Todo vício, seja ele por drogas ou por alimentos, é multifatorial. Não se pode desprezar o componente comportamental ligado ao fisiológico”, diz a nutricionista Andréia Naves. Um estudo publicado em novembro de 2010 pelo jornal da Academia Nacional de Ciências dos EUA demonstrou que atitudes prazerosas realmente ajudam a reduzir o estresse. Mais uma vez o objeto do estudo foram os ratos. Os cientistas ofereciam aos animais uma mistura de água com açúcar, que eles gostavam bastante. Nessas circunstâncias, seu cérebro demonstrava uma resposta baixa ao estresse. Em outra parte do experimento, a substância era injetada diretamente no estômago dos ratos, e a resposta ao estresse desaparecia. Ou seja, o açúcar em si nem sempre funciona para reduzir o estresse. Já o prazer que ele traz é altamente eficiente.
Lutar contra um vício nunca é fácil, seja pela dependência química, seja pelo prazer que ele traz. Ainda mais se é uma droga legal, ao alcance de qualquer um na prateleira do supermercado. Mas o preço a ser pago por se deixar levar pela sedução dos sabores é alto e nem sempre merecedor do seu sacrifício.
Escape do círculo vicioso
Aprenda a identificar os alimentos que causam compulsão no seu caso. Há os mais comuns (café, chocolate e gordura), mas outros podem ser acrescentados à lista como o sal e o refrigerante. E preste atenção no tanto que está ingerindo, tentando diminuir um pouquinho por dia.
Observe a situação. Sempre que sentir um desejo demasiado por determinado alimento, preste atenção em como você está se sentindo: aborrecido, deprimido, ansioso. Nesses momentos é comum sentir vontade de alimentos que trazem recordações boas, como da infância. Busque uma solução para sua situação mental que não seja o alimento.
Distraia-se. Quando sentir uma vontade louca por um alimento, tente fazer alguma atividade que mude o seu foco.
Evite a fome oculta: “Garanta que está consumindo a quantidade certa das vitaminas e minerais importantes para a mediação dos neurotransmissores”, diz a nutricionista Andréia Naves, e enumera: complexo B (cereais integrais), vitamina C (laranja), triptofano e tirosina (banana), magnésio (folhas verdes-escuro) e selênio (castanha do Brasil).
Gordura
O consumo por um tempo prolongado modifica o sistema de recompensa do cérebro e estimula a compulsão. No experimento realizado pelo Scripps Research Institute, quanto mais os ratos consumiam alimentos gordurosos, mais eles preferiam alimentos de pior qualidade nutricional.

http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/95/artigo209997-1.asp

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Hidropônico X Orgânico - qual a diferença?

Com a atual variedade de produtos nos supermercados, fica difícil para o consumidor não se confundir entre tantos nomes: natural, hidropônico, processado, orgânico... A seguir, veremos com mais detalhes cada uma dessas denominações.
Natural: Em princípio, vale lembrar de que toda verdura, fruta ou legume é natural, já que o homem pode apenas reproduzir plantas a partir de sementes ou outras partes de plantas, multiplicando-as através da agricultura. Ou seja, independentemente do sistema em que foram produzidos (convencional ou orgânico), do grau de contaminação ou da qualidade nutricional que apresentem, qualquer verdura, legume ou fruta é natural. Portanto, a palavra "natural" indicada nas embalagens não significa que o produto esteja isento de agrotóxicos e outras substâncias que trazem riscos para a saúde humana.
Processado: Os produtos lavados, cortados e embalados, usados para facilitar a vida da dona de casa, continuam sendo verduras e legumes convencionais, ou seja, que receberam agrotóxicos e adubos químicos; apenas já foram selecionados pela indústria. Atualmente, é possível encontrar produtos higienizados e processados que foram produzidos no sistema orgânico e que por isso, não contêm agrotóxicos nem qualquer outro produto potencialmente tóxico. Para encontrá-los, basta verificar na embalagem a palavra "orgânico" juntamente com o selo de uma instituição certificadora. Desta forma, o consumidor terá a certeza de que os produtos processados seguiram, de fato, todas as normas de produção que geram alimentos saudáveis, como são os orgânicos.
Hidropônico: O hidropônico é um alimento produzido sem a presença do solo e sempre em ambiente protegido, ou seja, em estufa. Cultivado sobre suportes artificiais, em água, recebe soluções químicas para nutrição e tratamento de eventuais doenças.
Orgânico: O produto orgânico, ao trazer este nome na embalagem juntamente com o selo de uma Instituição Certificadora, demonstra a quem o compra muito mais que um alimento isento de substâncias nocivas à saúde. Ao ser gerado dentro de um sistema produtivo que preservou o ambiente natural, o produto orgânico contribui para a melhor qualidade de vida não de um consumidor isolado, mas de toda a sociedade.

 
Resumindo!!!
A única vantagem de um vegetal hidropônico é que ele é geralmente mais bonito e colorido do que outros, pois é menos afetado por pragas e alterações climáticas, uma vez que é feito em uma produção controlada e solo artificial.
Que fique claro portanto: hidropônicos recebem agrotóxicos e fertilizantes químicos, enquanto os orgânicos não recebem agrotóxicos e os fertilizantes usados são minerais!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Entre Panelas e Tigelas

 

Meus pacientes são fofos demais!

A Luciana Musa, uma paciente publicitária super criativa (que criou um blog divertidissimo sobre a vida pós filhos www.conselhosdemae.com), é além de paciente fofa, uma amiga e me presenteou na semana passada com um livro maravilhoso sobre culinária.

"Entre Panelas e Tigelas" é praticamente um manual de culinária super prático e didático com receitinhas deliciosas para diferentes ocasiões.

Entre as gostosuras ensinadas estão:
crostata de gorgonzola e maçã;
papilote thai de peixe e legumes;
crocante de alcachofra, tomate e molhinho de manjericão;
couve flor ao azeite em crosta de ervas;
paçoca de carne seca;
curry de grão de bico;
spaghetti integral com pesto de semente de girassol, abóbora e ervas...
entre outras várias (são mais de 300 receitas, e um capítulo só de receitinhas naturais).

O livro é escrito pela culinarista Heloisa Bacellar e é o 2o da série "Cozinhando para Amigos".

Além de se muito funcional é lindo, com fotos apetitosas que dão vontade de passar o dia na cozinha.

Quem sabe dessa vez não me arrisco um pouco mais?

Fica a dica para vocês que gostam!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

5 hábitos que fazem muito bem ao intestino

Intestino trancado é um horror!
Mal humor, irritação, moleza, raciocínio lento e barriga estufada são alguns dos sintomas desse mal que todos sofremos pelo menos uma vez na vida.

Por fatores hormonais e emocionais, as mulheres são as mais afetadas pela constipação e portanto, quem mais deve se esforçar para ter hábitos diários que favoreçam a saúde intestinal.
Até porque um intestino saudável é um grande aliado no equilibrio do humor e no controle do apetite já que 70% da nossa serotonina é formada lá.
Serotonina é um neurotransmissor importantíssimo, pois é responsável por nosso bem estar e felicidade. Quando ela está em baixa no nosso corpo ficamos mais ansiosos, gulosos, deprimidos e estressados, ou seja, tudo de ruim.

Vamos ver cinco hábitos que fazem muito pela saúde do seu intestino, se realizados diariamente:

1. Praticar uma atividade física, nem que seja uma caminhada de 30 minutos;
2. Tomar 1 copo de água a cada 2 horas pelo menos;
3. Tomar suplementos probióticos (repõem lactobacilos) e glutamina (alimentam o enterócito, célula do intestino, fortalecendo-a);
4. Comer alimentos ricos em fibras e gorduras monoinsaturadas. Meus top ten alimentos para o intestino são: linhaça, aveia, brócolis, ameixa seca, mamão, laranja com o bagaço, repolho, abacate, amêndoas e grão de bico;
5. Procurar ter um horário fixo e tranquilo para ir ao banheiro, e criar o hábito de usá-lo sempre no mesmo horário.

Se nada disso funcionar procure um médico ou nutricionista para orientá-lo com outras recomendações, vitaminas ou suplementos naturais que ajudem a fazer você sorrir de novo.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Inverno = ganho de peso? Nãooooo! Faça logo um plano de ação!

O inverno é a estação perfeita para nos escondermos atrás das desculpas.
O friozinho dá aquela preguiça aguda de fazer qualquer coisa fora de casa e a vontade é de nos entocar mesmo, que nem tatu.
Melhor ainda se for com um cobertor bem fofinho, pantufas, um colinho e...
um prato de brigadeiro quentinho para comer de colher! humm

Normal, é assim pra todo mundo.
No frio o organismo pede mais calorias para manter a temperatura do corpo.

A diferença é que algumas pessoas sucumbem à isso completamente e outras nem tanto, e a diferença aparece depois que o frio passou.

Você passa três meses só na abundância... um risotinho e vinho com o marido, um chocolate quente e torta num passeio com a mãe, um bolo que sobrou do batizado da vizinha com a cunhada, um foundue completo com as amigas (com direito à raspar a panela de chocolate), um pão francês com manteiga no café da manhã daquele domingo gelado...
Isso sem contar nas vezes que você também se permitiu furar a academia ou disse não àquela esteirinha ordinária no fim da tarde só porque o sofá estava quentinho e a programação da GNT incrível....

E depois ainda reclama!?

Pois é, infelizmente (ou não) colhemos o que plantamos.
E se a coisa ficar muito solta já viu.... o inverno passa e deixa suas lembranças... e elas não são nada bem vindas: dois, três, quatro, cinco quilos extras!

Vamos visualizar a cena...
As calças não fecham, as blusas estão marcando e você sem equilíbrio emocional nenhum para fazer uma reeducação alimentar.
Você se olha no espelho e se sente um shar-pei.
Só que ao invés de sentir compaixão, o que você sente é ódio de si mesma e um enorme arrependimento de ter sido tão preguiçosa e gulosa.

O desespero chegou e aí a solução é correr contra o tempo... você se matricula na academia mais cara da cidade e começa a fazer aquela aula super ultra baster power de bike com duas horas e meia de duração, todo santo dia. 
E ainda bate um telefonema para a sua nutri pedindo pelamordedeus pra ela te ver com urgencia e já ir bolando numa dieta que te faça perder 4 kg em uma semana. E um suplemento que tire a fome e a ansiedade, claro.

O resultado disso é você exausta, esgotada, faminta, deprimida e... frustrada!
Porque fora um desinchaço inicial, a pança continua ali, no mesmo lugar e não mostra vontade alguma de deixar o seu corpitcho.
Isso tudo se você tiver a sorte de não passar mal e acaber num pronto socorro desmaiada, com queda de pressão, tontura... e sua pançinha companheira firme e forte com você.
Ou melhor, mole e frouxa. Ufff, que horror!

Correr atras do prejuízo nos meses que antecedem o verão até ajuda, mas o esforço é redobrado, e o resultado nunca é o mesmo de quem passa o ano inteiro se cuidando, em doses homeopáticas.

Por isso tudo, watch out!!!
A hora de agir é agora e não depois do leite derramado (mesmo que seja desnatado rs).
Drama? Não, realidade!

Qua tal fazer esse outro filminho na cabeça, tendo VOCÊ como personagem principal e dramatizando ainda mais a cena, para quem sabe assim você tomar consciência do perigo?

Imagine você com 5 quilos a mais e a cara bem rechonchudinha.... que fofa não?
Aquele braço de pão que te deixa um boto nas fotos, a barriga saltando da calça jeans, celulites por toda parte e ainda por cima aquela pele branca do inverno que piora tudo.
Socorro!!!!!!!!!!
Diga não à esse filme e faça um plano de ação antes mesmo do inverno chegar!

Ele não precisa ser cheio de resultados imediatos, mas pode ser o início de um trabalho muito mais consistente e que dará frutos bem na época que você vai estar querendo colocar as perninhas de fora e estar com tudo em cima.
E isso serve tanto para exercícios quanto para a alimentação!

Você não precisa malhar todos os dias e nem passar o inverno todo morrendo de tédio com uma saladinha, mas também não precisa virar a rainha do sofá e nem abraçar a compulsão.

Se for preciso procure ajuda!
Convide uma amiga para malhar com você, invista num personal trainer durão ou faça um esporte novo cheio de desafios.
Que tal entrar para um grupo de corrida?
Em São Paulo existe um muito legal chamado TPM- "Treinamento para Mulheres", coordenado pela querida Adriana Picsek.
Ela desenvolve para cada aluna um programa individualizado de treinamento, seja de corrida, caminhada, ginástica localizada ou alongamento.
E a mulherada é super unida e animada, o que motiva ainda mais as preguiçosas de plantão(http://www.treinamentoparamulheres.com.br/).

E quanto à alimentação, que tal procurar um(a) nutricionista já e montar um planejamento alimentar que equilibre suas vontades com as suas necessidades?
Não é defender o meu peixe mas, de verdade, mesmo que você ache que se alimente bem, sempre há o que aprender.
Combinação de alimentos ruins, alergias alimentares, carências nutricionais... tudo isso pode estar estagnando a sua energia e o seu peso.

Associando uma coisa à outra, pode apostar, você passará um inverno bem diferente dos outros... com sacrifícios sim, mas também com muitos prazeres, só que conscientes e dosados.

E ""milagrosamente"" (muuuuitas aspas) no final da estação você estará ainda mais linda, ainda mais magra* e ainda mais feliz do que no começo, cheia de energia e de bem com você mesma. Melhor assim, não é?

*gostaria de frisar que a magreza em si não deve ser um objetivo final num plano de ação saudável, aqui foi usado para ilustrar uma imagem de sucesso!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Para aquecer: sopa cremosa de inhame e abóbora - as crianças adoram!

Brrrr. Esfriou de verdade.
E nesse friozinho nada melhor que esquentar o corpo com alimentos quentinhos e gostosos.
A fome a aumenta meeeesmo, já que precisamos de mais calorias para nos aquecer, então a saída é ter em mãos comidinhas gostosas, leves e saudáveis.
Assim evitamos o inevitável: cair de boca em massas, pães quentinhos, bolos, chocolate quente e tudo mais que esquente nosso corpo e nossos desejos.
A sopa é uma ótima opção!
De fácil digestão, gostosa e quentinha, pode até ser congelada para ser usada num domingo à noite por exemplo (ao invés daquela tradicional pizza), e serve muito bem os pequenos, que adoram uma sopa quentinha.
Vejam uma receita gostosa com inhame, uma raíz maravilhosa mas por muitas vezes esquecida (equilibra yin e yang no sangue -fico devendo um post só sobre ele!), abóbora e gengibre.

Sopa de cremosa de inhame com abóbora

- 500g de inhame
- 1 cebola
- 1 pedaço de abóbora

- azeite extra virgem
- 1 col. de sopa de óleo de girassol
- sal, água e um pouquinho de gengibre (à gosto)

Descasque os inhames, parta-os em pedaços pequenos e cozinhe-os em água até estarem translúcidos e moles, o que leva mais ou menos uma hora.
Cozinhe a abóbora até ficar amolecida e refogue com a cebola e o gengibre no óleo de girassol.
'
Passe no liquidificador até ficar cremosa, acrescente sal e 1 fio de azeite.

O gengibre ainda dá um help para quem está começando um resfriado, garganta dolorida ou tosse.
E não tenha medo de oferecer gengibre para as crianças, mesmo que bem pequeninas (sem exageros, é claro). É importante para eles ter contato com diferentes sabores e temperos desde cedo, além de já poderem usufruir dos benefícios dessa planta para a saúde (mais um post prometido).

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Por que a aveia é tão especial?

A aveia é aquele tipo de alimento que todo mundo sabe que faz bem mas acaba não comendo com tanta frequência.
Ela está sempre presente em toda e qualquer lista que cite os melhores alimentos para o nosso organismo... e não é à toa!
A aveia é rica em fibra solúvel, mais precisamente a beta glucana, um tipo de fibra que ajuda a regular várias coisinhas que estão em desequilíbrio  no nosso sangue.
Ela tem, por exemplo, o poder de diminuir a absorção de gordura e açúcar, o que favorece doenças como hipercolesterolemia, hipertensão e diabetes.
E, por essa mesma função, dá um empurrãozinho extra na perda de peso.

Uma outra característica desse tipo de fibra é que ela faz com que o bolo alimentar fique por mais tempo no trato digestivo o que nos mantém saciados por um período maior.
É, portanto, um controlador natural do apetite.
Mais um empurrãozinho na perda de peso.

Mas a aveia também é rica também em fibra insolúvel que, além de ter um importante papel na diminuição dos índices de câncer, é responsável pelo aumento do volume do bolo fecal, o que acelera o funcionamento intestinal.
Não preciso nem dizer que intestino em dia é fundamental para um organismo saudável e, novamente, uma perda de peso satisfatória.

Além de tudo isso, a aveia é rica em proteínas (e muita gente lembra da aveia só como uma fonte de carboidratos), ferro, cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, vitaminas E e silício (um mineral essencial para diminuição de rugas e celulite!).

O ideal é um consumo diário de 20 a 30 g de farelo de aveia, o que dá em torno de 1 a 2 col. de sopa. Pode ser usada em frutas, iogurtes, feijão, panquecas, bolos, tortas e sucos.

Que tal ter como desafio dessa semana comer mais aveia?
Depois você me conta como foi ;)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Dor de garganta, imunidade baixa? Use própolis, o antibiótico natural


O Propolis é uma substância produzida pelas abelhas, a partir de substâncias de origem resinosa que estas colhem do pólen e das árvores, sendo posteriormente misturadas com secreções da própria abelha. Desta mistura, resulta uma substância rica em aminoácidos, vitaminas e bioflavonóides com um poderoso efeito antioxidante e uma acção anti-bacteriana/antibiótica.
É usado para vedar e isolar a colmeia do frio, embalsamar insetos ou outras abelhas intrusas. A sua propriedade mais interessante, proveniente da sua resina, reside no fato de eliminar todos os microorganismos e outros agentes infecciosos que entrem em contacto com a colméia, mantendo os favos em condições de assepsia. Desde há aproximadamente 2000 anos, que vários povos tem conhecimento dos benefícios do Propolis, e usam-o no sentido de melhorar a sua própria saúde.

Recentemente, estudos mais profundos, têm confirmado os seus benefícios, como os que seguem abaixo:

Acção anti-bacteriana, anti-fúngica e anti-viral
Vários trabalhos realizados com o Propolis confirmam a sua poderosa ação anti-bacteriana, sendo por isso que este é designado por antibiótico natural, chegando mesmo a ser batizado por investigadores Russos de penicilina.
A grande vantagem do Propolis em relação aos antibióticos comuns, é que este, ao contrário dos ditos antibióticos, atua somente destruindo as bactérias nocivas, preservando as benéficas, como é o caso das bactérias da flora intestinal. Por outro lado, os trabalhos publicados, indicam que as bactérias não criam resistência ao Propolis, como acontece com os antibióticos sintéticos, impedindo que estas se tornem ainda mais nociva, perigosas e resistentes ao antibiótico.
É muito eficaz no combate, de bactérias como a Salmonella e Helicobacter pylori entre outras. A sua ação estende-se ainda a fungos como a Candida albicans e vírus como o do herpes e de gripe; daí, a sua maior utilização nas épocas mais frias como meio preventivo do aparecimento de gripes, pneumonias, resfriados e outras patologias do aparelho respiratório.

Função imunoestimulante
Vários trabalhos revelam a ação do Propolis no que concerne ao fortalecimento do sistema de defesa do nosso organismo - o sistema imunitário. Para além do seu efeito anti-microbiano, o fato de estimular as células imunitárias, torna o Propolis um potente agente anti-infeccioso.

Combate os radicais livres
Os radicais livres são compostos altamente agressivos e muito prejudicais ao organismo humano. A melhor forma de combatê-los, é através da ação dos antioxidantes. O Propolis possui uma acção antioxidante, preservando a ação da vitamina C - um potente antioxidante anti-envelhecimento. 

Benefícios no trato respiratório A utilização do Propolis mostrou ter uma ação benéfica como coadjuvante no tratamento das afecções da boca e do trato respiratório superior no caso das gripes, constipações, asma, bronquites, amigdalites, rinites, faringites, catarro e excesso de expectoração.

Função cicatrizante e regeneradora dos tecidos Devido à sua capacidade de cicatrização e regeneração dos tecidos, o Propolis mostra-se eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras varicosas e queimaduras. 

Alívio de dores, na boca e oro-faringe A sua função anestésica a nível bocal, fazem do Propolis um excelente suplemento no combate a afecções dentárias, amigdalites, dores de garganta, dores de dentes, entre outras.

Outros benefícios
Para além deste variado leque de acões, o Propolis é ainda usado como coadjuvante no tratamento de úlceras gástricas, infecções intestinais, infecções urinárias e inchaços.

Escute a Natureza, ela pode realmente ajudá-lo!

Fonte: Revista Eco News no 7

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Benefícios do chá verde natural e em cápsulas


O chá verde é extraído da planta Camellia sinensis e é famoso por possuir alta concentração de antioxidantes. Nele também encontramos alta concentração de caroteno e vitaminas C e E, substâncias que atuam no rejuvenescimento do organismo.
É rico em tanino, manganês, potássio, ácido fólico e vitaminas (B1, B2, C, E, K).


Recentes estudos publicados mostram uma forte associação entre o consumo de chá verde com uma ação antioxidante, antiinflamatória, anticarcinogenica no tubo digestivo, embora também sugerem que este fato deva ser mais bem estudado.

Por seu teor de polifenóis, que previne a ação de radicas livres, tem efeitos positivos na aparência da pele e na prevenção de inúmeras doenças, como as cardiovasculares e o câncer. As catequinas do chá agem como potentes inibidores de células cancerosas.
Têm um importante papel na imunidade já que uma das substâncias presentes no chá, a etilemina, amplia a capacidade de certos integrantes do sistema das células imunológicas.

As pesquisas mostram que numa comparação entre um grupo de pessoas que tomam, e outro que não tomam o chá, há uma diferença de queima de gordura é de aproximadamente 4 %.

Isso acontece devido ao efeito termogênico que o chá possui, capaz de acelerar o metabolismo. É importante frisar que sozinho o chá não faz milagres. Para uma perda de peso efetiva é importante que o hábito de tomar chá esteja associado a outros fatores como mudança no estilo de vida e nos hábitos alimentares. Ele é apenas um cofator no processo de emagrecimento.

O chá verde também possui alcalóides como a cafeína e a teobromina, que tem efeito estimulante. A cafeína é no chá absorvida mais lentamente do que a do café, dando um efeito tonificante mais duradouro.

Por essa razão é contra-indicado para algumas pessoas, como as que:
- Tem problemas no estômago, como gastrite;
- Sofre de problemas cardiovasculares e renais (só com permissão médica);
- Tem disfunções na tireóide;
- Sofre com insônia ou muita ansiedade;
- Faz uso de anticoagulantes;
- Está grávida ou amamentando;
- Toma medicamentos com ferro, atropina, codeína, teofilina, aminofilina e haloperidol. O chá pode afetar a absorção das substâncias.

Para se obter uma quantidade adequada de polifenóis, deve-se tomar uns 4 copos de chá verde por dia ou então 100 mg do extrato em cápsulas.

Em cápsulas:
O chá verde em cápsulas adiciona a eficiência da erva com o conforto da medicação comercial. 
A composição das cápsulas tem que ser verificada em cada produto adquirido, ou se for feita em manipulação, o próprio médico ou nutricionista especificará a dosagem.
Desde que não cause efeitos colaterais, é uma boa opção para quem quer usar o chá verde sem ter o trabalho de fazer e guardar. 

Só não há como garantir que o efeito será tão benéfico quanto a própria erva. 
A industrialização pode remover ou desativar algumas substâncias e propriedades durante os processos químicos de higienização e conservação, prejudicando o seu funcionamento. Por isso, a importância de se manipular em um local seguro.
 

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Feijão azuki: fermenta menos e nutri mais!

Assim como a soja, o feijão azuki tem sua origem na Ásia, provavelmente no Japão, sendo uma variedade de feijão muito empregada na culinária oriental.
Seus grãos são miúdos, de cor marrom-avermelhada, com uma pequena parte branca, de aroma delicado e o sabor levemente adocicado.
Tem bom valor nutricional, sendo boa fonte de proteínas, ferro, potássio, cálcio e vitaminas do complexo B.
É rico em fibra solúvel sendo mais digestivo do que os outros feijões e cozinha mais rápido.
Mas mesmo assim, o ideal é deixá-lo de molho antes de cozinhar (aproximadamente 8 hs é o ideal) e desprezar a água do molho, colocando nova água para o cozimento, para evitar a fermentação.
Além disso, é um alimento de teor baixo em sódio e gorduras, podendo ajudar aos hipertensos e quem precisa controlar o peso.
Quando combinado com outros grãos, principalmente o arroz, supre o organismo com proteína de alta qualidade, sendo uma boa opção para os vegetarianos.

Sugestão de receita:

Hamburger De Azuki
Ingredientes:
2 dentes de alho amassados (6g)
1 colher (sopa) de azeite (8g)
2 xícaras (chá) de feijão azuki cozido (300g)
1 clara (33g)
4 fatias de pão integral (100g)
1 colher (chá) de sal (6g)
Para pincelar
1 colher (sopa) de azeite (8g)
Modo de preparo:
Refogue o alho no azeite e junte o feijão. Mexa, passe para um processador com o restante dos ingredientes até ficar uma massa firme. Com as mãos untadas com azeite faça bolinhos achados e coloque em uma assadeira antiaderente untada com azeite. Pincele o azeite e leve ao forno médio (180ºC) por cerca de 30 minutos, virando no meio do cozimento.
É uma boa sugestão para o jantar, em forma de hamburguer ou sopa, pois é rico em proteína vegetal e de fácil digestão. Try it!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Os dez piores alimentos para o corpo humano

 

Está rolando um email na internet escrito pela nutricionista americana Michelle Schoffro Cook sobre os dez piores alimentos para o corpo.
Concordo com tudo que foi listado, mas acrescentaria mais algumas coisas:
1.    Glutamato monossódico- uma química presente em alimentos como o shoyo, salgadinhos e temperos em tablete que, em excesso, faz inúmeras alterações cerebrais (de dor de cabeça à problemas de memória, concentração e depressão). A boa notícia é que muitas indústrias já não colocam glutamato nos seus produtos, por isso vale a pena ler o rótulo.
2.    Miojo- você sabia que o macarrão é frito para ficar daquele jeito? Só por isso já é horroroso! Fora que é cheio de gordura e sal.
3.    Nuggets- o que menos tem no nuggets é frango... nitrito, nitrato, sódio, espessantes e conservantes completam essa mistura.

Segue a lista:

Segue a lista:

10º lugar:Sorvete. Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista Michelle Schoffro Cook adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

9º lugar:Salgadinho de milho. De acordo com Michelle, desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

8º lugar: Pizza. A nutricionista Michelle destaca que nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercadosestá cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.

7 º lugar:Batatas fritas. Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenaspresentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo.
6 lugar:Salgadinhos de batata. Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.
5º lugar: Bacon. Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão
4º lugar:Cachorro-quente. Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.
3º lugar:Donuts (rosquinhas). Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.
2º lugar:Refrigerante. Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.
1º lugar:Refrigerante Diet. “É a minha escolha para o pior alimento de todos os tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

“Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio. É por isso que eu dou ao Refrigerante Diet o prêmio de Pior Alimento de Todos os Tempos”, conclui.


 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Côco: da água à carne, um milhão de benefícios!

O que é, o que é?
Nutritivo, gostoso, barato, faz bem e todo mundo gosta.
É de comer, mas também se bebe, e como!
Serve a doces e salgados, tanto verde quanto maduro.
Tem gordura, mas não faz mal.
É cheio e vazio ao mesmo tempo.
Vem de uma palmeira linda, que dá sombra e inspira canções.
Suas folhas fazem um barulhinho gostoso ao vento e brilham muito ao luar...
Pois é... O coco!

Água e raspas
Coco é bom de qualquer jeito.
A água do coco verde é nutritiva e refrescante, com fama de dissolver cálculos renais.
Sua polpa, quando começa a se formar, se come de colher.
Quando já maduro, a polpa grossa é que interessa, para comer aos pedaços quando der vontade.

Vale ralar o coco e misturar na salada, no arroz já cozido, no mingau, no peixe.
Quer encantar as crianças?
Corte banana madura em rodelas e passe no coco ralado, para pegar com palitos.


Gordura do bem
Mas a gordura do coco não é saturada?, perguntarão os mais atentos.
É. Só que, diferentemente da gordura saturada das carnes, por exemplo, a do coco se compõe de ácidos graxos de cadeia média, considerados benéficos porque não são armazenados nas células – vão direto para o fígado e viram energia.
Além disso, gordura de coco não contém ácidos graxos trans, muito comuns em óleos vegetais, que aumentam o mau colesterol, e é rico em ácido láurico, elemento antimicrobiano que o leite materno produz para assegurar a imunidade do bebê às infecções. Daí já existirem dietas de emagrecimento e cura à base de coco.
O que é ótimo, também, porque parasitas intestinais detestam o côco.


Bom para tudo
O óleo de coco, quando extraído a frio, é escandalosamente bom para saúde.
Comê-lo ajuda a perder peso, aumentar a imunidade, controlar a diabete, acelerar o metabolismo, reduzir problemas de tireóide, combater infecções por protozoários, bactérias, vírus e fungos (inclusive giárdia, hepatite C, herpes e candidíase).
Estimula a digestão e a absorção de nutrientes, nutre a pele, evita rugas, reduz o colesterol e os riscos de doenças cardíacas, câncer e obesidade.
É antiinflamatório, beneficia os intestinos e triplica a energia física com menos calorias que as gorduras convencionais. 


Onde encontrar
É possível encontrar a gordura de côco em lojas de produtos naturais e até em alguns supermercados (em sp). Alguns sites fazem até entrega em casa.

Como usar
A gordura de côco ser usada em diferentes receitas, em vitaminas ou suco de frutas ou até mesmo como uma manteiga em torradas.

Adaptado de: http://www.correcotia.com.br/mulheres/sodacoco.htm